- Antes do empate entre Inglaterra e Gana pela segunda rodada do Grupo L da Copa do Mundo de 2026, o lateral Djed Spence recusou cumprimentar o ganês Thomas Partey no protocolo de abertura.
- Spence levou a mão ao bolso do casaco para não apertar a mão de Partey; o momento foi registrado pelo canal ganês 3Sports.
- Partey, de 32 anos, é acusado de estupro e agressão sexual no Reino Unido e se declarou inocente; ele joga atualmente pelo Villarreal.
- Partey ficou fora da estreia de Gana no Mundial, contra o Panamá, e foi vaiado ao tocar na bola durante a cobrança inicial, em Foxborough.
- Em 2025, Partey foi preso na Inglaterra, recebeu liberdade condicional mediante fiança e tem restrições de contato com as pessoas que o acusaram.
Antes da bola rolar pela segunda rodada do Grupo L da Copa do Mundo 2026, Inglaterra e Gana empataram sem gols em Foxborough. O episódio chamou a atenção durante o protocolo de abertura, quando o lateral inglês Djed Spence não apertou a mão de Thomas Partey, jogador ganês.
Partey, de 32 anos, é alvo de acusações de estupro e agressão sexual registradas na Inglaterra entre 2021 e 2022. Ele se declarou inocente. O jogador atua atualmente pelo Villarreal e não participou da estreia de Gana no Mundial, votada na vitória sobre o Panamá, após impedimento de entrar no Canadá.
O momento foi registrado pelo site 3Sports, que divulgou vídeo do gesto de Spence durante o cumprimento entre atletas. Em paralelo, relatos da imprensa inglesa indicam que a FA avaliou a possibilidade de orientar o elenco a não cumprimentar Partey, embora fontes do Telegraph tenham dito que a federação não adotou tal orientação.
Contexto e desdobramentos
Partey já teve prisão investigada na Inglaterra em 2025, mas obteve liberdade condicional mediante fiança, com a obrigação de manter distância de quem o acusa e de informar mudanças de endereço ou viagens. Ele nega as acusações e segue atuando pela Seleção ganesa.
A organização de partidas da Copa esclarece que protocolos costumam prever cumprimentos entre atletas, sem that obrigatoriedade de concordância entre adversários. O episódio ocorreu logo após a execução dos hinos, no momento de oponente e contato. Não houve confirmação de outras sanções ou declarações oficiais da FIFA até o fechamento deste texto.
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