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Seleção pode enfrentar 5.000 km a mais de viagens se ficar em 2º, cenários

Se terminar em segundo, o Brasil acumulará cerca de 5.420 quilômetros a mais de viagens, impactando logística, descanso e preparação para o mata-mata

Brasil encara a Escócia para definir qual caminho percorrerá até o sonho do hexacampeonato
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  • A posição no Grupo C determina caminhos diferentes no mata-mata, com distâncias de viagem distintas caso o Brasil termine em 1º ou 2º.
  • Classificando em 1º, o Brasil faria cerca de 12.060 quilômetros em seis deslocamentos, passando por Houston, Nova Jersey, Miami, Atlanta e Nova Jersey novamente.
  • Se terminar em 2º, a distância subir para aproximadamente 17.480 quilômetros em oito deslocamentos; há opção de não retornar à base entre fases, reduzindo para 12.316 quilômetros em sete viagens.
  • Vencer e ficar em 1º também evita deslocamentos ao México, mantendo a logística na base em Nova Jersey e facilitando recuperação e treino.
  • O Brasil enfrentará a Escócia no Hard Rock Stadium, em Miami, em busca de manter a liderança do grupo e definir o caminho do torneio.

O Brasil encara a Escócia nesta quarta-feira, 24, às 19h, no Hard Rock Stadium, em Miami, pela Copa do Mundo. O objetivo é definir qual caminho seguirá no mata-mata e manter vantagens logísticas.

Se a seleção terminar a fase de grupos em 1º lugar, a viagem continua nos EUA, com poucos deslocamentos entre estádios. Em caso de 2º lugar, o roteiro muda para Monterrey, no México, aumentando as distâncias.

Independentemente do resultado, já há trajetórias definidas para o Brasil. Hoje o Brasil lidera o Grupo C com quatro pontos e saldo de três gols, igualando Marrocos no desempate. A Escócia soma três pontos; o Haiti zerou.

Caminhos para o hexa

Como 1º colocado, o Brasil segue em Houston na segunda fase, com 2.582 km de distância. Das oitavas, a cidade seria Nova Jersey, e as distâncias subsequentes variam conforme as fases.

Como 2º colocado, a equipe atua em Monterrey, no México, com 3.312 km na segunda fase. Oitavas em Houston somam 2.582 km, quartas em Boston são 393 km, e as viagens seguintes chegam a 2.453 km até a semifinal.

Impacto logístico

O primeiro lugar evita deslocamentos adicionais em Nova Jersey, mantendo base e CT no estado. Caso avance com o segundo lugar, o país poderia passar a Longos períodos fora da base, com viagens mais frequentes entre cidades norte-americanas e os EUA.

Jogadores e comissão destacam a vantagem de manter a concentração em Miami e a residência no hotel de alto padrão. A equipe trabalha para manter a liderança por questões de logística, descanso e recuperação.

Paquetá reiterou que a meta é liderar, facilitando a recuperação e o tempo de treino. O discurso reforça a busca pela posição que minimize viagens e maximize o aproveitamento no pós-grupo.

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