- Eduardo Ageu, meio-campo do Hearts, analisa o rival brasileiro na quarta-feira, em Miami, pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo.
- O jogo é às 19h (horário de Brasília) e Brasil enfrenta a Escócia pela chance de avançar; Ageu prevê dificuldades por causa do estilo defensivo escocês e contra-ataques rápidos.
- Segundo o brasileiro, a Escócia é dependente de McGinn (camisa 7) e McTominay (camisa 4), mas os jogadores se ajudam no campo e irão lutar pela vitória.
- Ageu aposta em o Brasil impor o jogo desde o início, citando o respeito ao time brasileiro e a possibilidade de vitória por 2 a 0 se a seleção pressionar cedo.
- Fora de campo, ele comenta a torcida da Escócia nos Estados Unidos e a mistura de cultura, destacando a comida local com toque brasileiro e as tradições de pub e gaitas.
O meio-campista Eduardo Ageu, do Hearts, prevê dificuldade para a seleção brasileira contra a Escócia nesta quarta-feira, em Miami. O jogo vale pela terceira rodada da fase de grupos da Copa do Mundo, com Brasil e Escócia buscando vaga na próxima fase.
Ageu, 24 anos, chegou à Escócia em 2025 após passagens por Portugal e pela base do Cruzeiro. Morando em Edimburgo, ele analisa o estilo defensivo dos escoceses e o papel do contra-ataque rápido, que pode complicar o Brasil caso o time brasileiro não abrir o placar cedo.
O brasileiro ressalta que a Escócia depende de alguns jogadores chave, como McGinn e McTominay, mas destaca que o conjunto trabalha bem na recomposição. O camisa 7 e o camisa 4 aparecem como referências, mas todos se ajudam dentro de campo.
Brasil em alta, segundo Ageu, com respeito naturalmente grande pelo elenco verde e amarelo. Ele aponta que entrar pressionando desde os minutos iniciais pode favorecer a equipe de Tite, lembrando a atuação contra o Haiti. A projeção dele é de vitória brasileira por 2 a 0.
Contexto dos adversários
A torcida da Escócia tem demonstrado entusiasmo nos Estados Unidos, com festas e cantos durante a Copa. Em Miami, fãs destacam o orgulho nacional e a rotina de acompanhar o time, mesmo com a distância da terra natal.
Ageu também comenta sobre a cultura local, citando a paixão pelo futebol e esportes no país. Ele observa pubs lotados e músicas que marcam a presença da torcida, além de tradições como a gaita de fole.
Na última temporada, o Hearts ficou em vice-lis na liga escocesa, a dois pontos do líder Celtics. O brasileiro convive com atletas de alto nível e segue como peça importante para o clube.
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