- Mehdi Taremi afirmou em entrevista à FIFA que torce pela seleção brasileira e lembrou os gols de Zidane na final de 1998.
- O Irã encara o Egito na terceira rodada do grupo G da Copa do Mundo, buscando uma vaga inédita no mata-mata.
- O atacante disse que a maior alegria de avançar seria a união e a solidariedade entre iranianos, dentro e fora do país.
- Ele destacou que a atmosfera positiva gerada pelo momento pode favorecer o desempenho contra o Egito, citando a defesa de Beiranvand e o empate com a Bélgica.
- A matéria também contextualiza tensões históricas com os EUA e Israel, além de impactos logísticos recentes para o time, como restrições de viagem e ajustes na base de treinamentos.
Mehdi Taremi, atacante do Irã, afirmou em entrevista à Fifa que torce pela seleção brasileira. O comentarista relembrou a final de 1998, quando a França derrotou o Brasil, e destacou que o Brasil sempre teve peso no seu futebol.
O jogador é uma das referências da equipe iraniana, que disputa a fase de grupos da Copa do Mundo. Na terceira rodada do grupo G, o Irã encara o Egito na madrugada de sexta para sábado, às 0h, em Brasília, pela busca por uma vaga inédita no mata-mata.
Taremi ressaltou que a principal motivação para avançar é a união do povo iraniano, fortalecida pelo desempenho da seleção dentro e fora de campo. Ele descreveu a atmosfera atual como decisiva para o desempenho da equipe contra o Egito.
O Irã viveu tensões políticas recentes envolvendo os Estados Unidos e Israel, com impactos na preparação da equipe. Houve alterações logísticas, questões de visto para o corpo técnico e mudanças na base de treinos.
Além disso, o Senado dos EUA aprovou uma resolução de guerra que limita ações contra o Irã sem autorização legislativa, em meio ao contexto de diplomacia e de acordos recentes entre EUA e Irã que influenciam o ambiente da Copa.
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