Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Escocês de raízes capixabas divide torcida entre Brasil e Escócia na Copa

Escocês que se considera metade capixaba acompanha Brasil e Escócia em Miami; a tatuagem do mapa do Brasil simboliza a dualidade cultural

Casado com brasileira, Shaun Alexander tem desenho do mapa do País tatuado no peito: ‘Nós, escoceses, sempre torcemos pelo Brasil’
0:00
Carregando...
0:00
  • Shaun Alexander, 38 anos, é um escocês que se considera metade capixaba, morando entre Edimburgo e Vitória, onde conheceu a esposa Marielle Machado em 2008 durante um campeonato de pesca.
  • Nesta quarta-feira, ele acompanhará a última rodada do Grupo C da Copa do Mundo no Hard Rock Stadium, em Miami, entre Brasil e Escócia.
  • O torcedor tem uma tatuagem do mapa do Brasil no peito e produz conteúdo sobre a cultura brasileira, mantendo forte ligação com o Espírito Santo.
  • Os escoceses formam o grupo conhecido como Tartan Army, descrito como festivo e apaixonado por acompanhar a seleção em estádios.
  • Alexander diz que, se o Brasil marcar cedo, pode ficar complicado para a Escócia, que precisa de um empate para avançar; ele torce pelo Brasil quando a Escócia não estiver mais na competição.

Shaun Alexander, 38, é um escocês que se vê parcialmente brasileiro, especialmente capixaba. Nesta quarta-feira, 24, ele estará no Hard Rock Stadium, em Miami, para acompanhar a última rodada do Grupo C da Copa do Mundo, Brasil contra Escócia.

Ele conheceu a esposa brasileira, Marielle Machado, em Vitória, Espírito Santo, durante um campeonato de pesca em 2008. A partir daí ficou seis meses a mais na capital capixaba e hoje mora em Edimburgo, com visitas a Vitória.

Alexander trabalha como diretor de marketing e produz conteúdos sobre a cultura brasileira em suas redes. Em Miami, ele diz sentir afinidade entre as duas culturas e afirma torcer pelos dois lados, mantendo o espírito de celebração.

A torcida escocesa, conhecida como Tartan Army, é presença frequente em eventos esportivos no exterior. Alexander destaca a paixão dos torcedores, que costumam festejar com brasileiros quando a seleção de seu país está em campo.

Para o torcedor, o cenário atual é de expectativa moderada: manter o 0 a 0 nos minutos iniciais pode favorecer a Escócia, que busca avançar no torneio pela primeira vez desde 1998. Não há الجيش de certezas, apenas festa e torcida.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais