- Ex-capitão da Escócia, Colin Hendry, afirma que o Brasil “não é o mesmo de anos atrás” e que a seleção brasileira tem quatro pontos já classificada.
- Hendry diz que a Inglaterra—ops, Brasil, quer terminar em primeiro do grupo para facilitar o caminho no mata‑mato.
- Ele recomenda que a Escócia entre em campo com mente aberta, buscando oportunidades para marcar, diferente da postura contra o Marrocos.
- Mesmo com confiança, Hendry cita cenários conservadores: uma derrota por 1 a 0 pode ainda permitir a Escócia avançar como um dos melhores terceiros, dependendo do saldo de gols.
A Copa do Mundo traz Brasil e Escócia frente a frente nesta quarta-feira. O duelo acontece em formato de grupo, com a seleção brasileira já classificada e buscando a liderança. Em 1998, o Brasil venceu por 2 a 1 no encontro anterior entre as equipes.
Colin Hendry, ex-capitão da Escócia, disse que o Brasil não é o mesmo que na época em que enfrentaram o país. O jogador afirmou, em entrevista ao The Scotsman, que a seleção brasileira possui grande talento, mas que hoje não é a mesma equipe de anos atrás.
Hendry pediu mentalidade aberta para a disputa e destacou a possibilidade de a Escócia aproveitar oportunidades durante o jogo. O ex-capitão também ponderou cenários conservadores, avaliando que uma derrota por 1 a 0 ainda pode deixar a Escócia em condição de classificação.
Cenários de classificação
O Brasil soma quatro pontos e já está classificado para as oitavas. Ainda assim, busca vencer para confirmar a liderança do grupo, o que facilitaria o caminho no mata-mata, segundo análises de especialistas.
Caso a Escócia perca por pequena margem, há possibilidade de chegar aos oitavos como um dos melhores terceiros colocados, desde que mantenha saldo de gols adequado.
Em 1998, o Brasil levou a melhor neste confronto direto, reforçando histórico que permanece como referência para a expectativa dos torcedores em relação ao jogo desta quarta-feira.
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