- O governo trabalha com orçamento estimado entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão para a Copa do Mundo feminina de futebol no Brasil, que ocorrerá entre 24 de junho e 25 de julho de 2027; o valor final depende de definições futuras.
- A soma deve cobrir estrutura de segurança, mobilidade, comunicação e ações voltadas ao fortalecimento do futebol feminino; parte do legado envolve desenvolvimento da modalidade.
- Oito cidades-sede vão receber as partidas, todas grandes cidades que sediaram a Copa de 2014: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Salvador e Fortaleza; a abertura deve ocorrer em São Paulo e a final no Maracanã.
- A FIFA estima investir cerca de US$ 800 milhões na competição; a logística e o calendário detalhado serão divulgados nos próximos meses.
- A ABDI (Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial) iniciou estudo para mensurar o impacto econômico e turístico do evento, envolvendo turismo, hotelaria, restaurantes e a cadeia econômica associada.
O Governo Federal projeta aplicar entre R$ 500 milhões e R$ 1 bilhão na organização da Copa do Mundo Feminina de futebol, que ocorrerá no Brasil de 24 de junho a 25 de julho de 2027. O valor final depende de ajustes nas próximas semanas, conforme anunciados pelo ministro do Esporte.
A estimativa cobre itens como segurança, mobilidade, comunicação e ações para fortalecer o futebol feminino. O objetivo é viabilizar a competição mantendo o legado para o esporte no país, sem incluir aportes de governos estaduais e municipais.
Na quarta-feira, 24, um evento em Miami marcou a contagem regressiva de um ano para o início do Mundial. Estiveram presentes Jill Ellis, Aline Pellegrino e o ministro Paulo Henrique Cordeiro.
Mudança de tema: detalhes da organização
Cordeiro afirmou que o planejamento envolve recursos para toda a estrutura necessária, incluindo redes e logística. A projeção inicial prevê investimentos orientados ao desenvolvimento da modalidade, com foco em infraestrutura voltada à formação de jogadoras.
Parte dos recursos deve financiar a construção de centros de treinamento dedicados ao futebol feminino e o legado sociocultural, visando aproximar as práticas entre os aspectos masculino e feminino do esporte.
Dados da competição
A FIFA estima um aporte de US$ 800 milhões para a competição. Oito cidades-sede foram confirmadas: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Recife, Salvador e Fortaleza. A abertura deve ocorrer em São Paulo, com a final no Maracanã, no Rio.
O calendário detalhado e a distribuição de partidas serão divulgados nos próximos meses. As cidades-sede estão situadas nas cinco regiões do país, mantendo a logística centralizada para o evento.
Impacto econômico e institucional
A ABDI iniciou estudo para medir o impacto econômico e turístico da Copa do Mundo Feminina. O estudo deve avaliar movimentação de turismo, ocupação hoteleira e participação da cadeia de serviços, entre outros indicadores.
Segundo o ministro, a infraestrutura herdada de 2014 permanece pronta, fortalecendo a capacidade de organização. Ele destacou que o Brasil está preparado para receber a competição com suporte logístico já existente.
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