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Quais jogadores recusaram comemorar gols contra outro país?

Jogadores que não celebram gols contra países de origem ou rivalidade, evidenciando dilemas emocionais e compromisso profissional no futebol internacional

Breel Embolo after scoring for Switzerland in 2022 against the country of his birth, Cameroon.
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  • Yasin Ayari, jogador sueco com pai tunisiano, não comemorou o primeiro gol contra a Tunísia; ele celebrou apenas mais tarde em outra ocasião.
  • Declan Rice também não celebrou após marcar contra a República da Irlanda, em 2024.
  • Breel Embolo, suíço nascido em Camarões, não comemorou após o gol contra Camarões na Copa do Mundo de 2022.
  • Mesut Özil segurou a euforia ao marcar para a Alemanha contra a Turquia em 2010, em jogo de qualificação europeia.
  • Lukas Podolski, nascido na Polônia, não comemorou dois gols contra aPolônia na Eurocopa de 2008, por ser de outra país de origem.

Durante a história do futebol internacional, há registros de jogadores que não celebraram gols contra a seleção adversária, por vínculos ou ligações pessoais. Entre exemplos citados, Yasin Ayari, da Suécia, não ganhou comemoração ao marcar contra a Tunísia, país de origem do pai. Anos depois, Declan Rice reagiu de forma contida ao marcar contra a República da Irlanda, em 2024.

Especialistas apontam ainda o caso de Breel Embolo, suíço nascido em Camarões, que não comemorou o gol contra o Camarões no Mundial de 2022. Esses gestos são interpretados como manifestações de respeito ou de emoção contida diante de vínculos pessoais com o adversário.

Casos históricos de gestos contidos

Durante a Eurocopa de 2010, Mesut Özil marcou para a Alemanha contra a Turquia e evitou a celebração, gesto de contenção para quem tem raízes turcas. O registro seguinte aponta para Lukas Podolski, que marcou dois gols contra a Polônia na Euro de 2008 e explicou que enfrentou pressão emocional, mas manteve o profissionalismo.

Discursos sobre técnicos com múltiplos cargos

A cobertura aborda também a curiosa carreira de Dick Advocaat, que treinou oito seleções masculinas diferentes ao longo de quase seis décadas, ampliando o debate sobre a raridade de treinadores com experiências tão diversas. Analistas contrapõem com casos de outros técnicos que alcançaram números próximos.

Outros registros e debates

Especialistas citam ainda treinadores que guiaram várias seleções e discutem a possibilidade de números ainda maiores. Entre nomes notáveis, Bora Milutinovic, Claude Le Roy, Danny McLennan e Tom Saintfiet aparecem em listas de gestores com múltiplos cargos internacionais.

Perguntas sobre longas espera pelo Mundial

A matéria também traz dados sobre jogadores que aguardaram muito tempo pelo retorno a Copas do Mundo. Chris Wood, da Nova Zelândia, chegou ao seu segundo Mundial 16 anos após o primeiro, igualando recordes de longa espera já documentados no futebol internacional. Outros atletas participaram de janelas discrepantes entre participações.

Contribuições e curiosidades dos leitores

A pauta encerra com chamadas para contribuições de leitores sobre exemplos adicionais de gestos de contenção, perguntas sobre formatos e curiosidades históricas. O material reúne dados de diferentes equipes, épocas e contextos, sempre com neutralidade.

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