- A juíza Amanda Eiko Sato aceitou a denúncia do Ministério Público contra Armando Mendonça, vice-presidente do Corinthians, por desvio de materiais da Nike.
- O MP acusa Mendonça de se apropriar de cento e trinta e um itens esportivos da Nike, incluindo cem camisas, nove blusas, nove calças, seis pares de tênis, quatro shorts, duas malas e uma mochila.
- Também é acusado de furtar oito camisas da NFL e tentar levar dezenove peças remanescentes de uma partida na Neo Química Arena em agosto de 2025.
- A Justiça rejeitou as medidas cautelares para impedir Mendonça de frequentar o clube ou falar com diretores; ele já se afastou voluntariamente do cargo, e o MP pretende recorrer.
- A auditoria interna, encomendada pela presidência, mostrou fluxo irregular de mercadorias e que o vice-presidente tinha acesso livre aos almoxarifados do Parque São Jorge e do CT; Mendonça nega as acusações.
O vice-presidente do Corinthians, Armando Mendonça, tornou-se réu na Justiça sob acusação de desvio de材料 esportivos da Nike e de ameaçar testemunhas de uma auditoria interna do clube. A denúncia foi aceita pela juíza Amanda Eiko Sato, da 25ª Vara Criminal de São Paulo, na terça-feira.
Conforme o Ministério Público, Mendonça teria se apropriado de 131 itens esportivos da Nike, entre eles 100 camisas, nove blusas, nove calças, seis pares de tênis, quatro shorts, duas malas e uma mochila do clube. O caso envolve ainda oito camisas da NFL, com tentativas de levar 19 itens remanescentes de uma partida realizada na Neo Química Arena em agosto de 2025.
A Justiça rejeitou a aplicação de medidas cautelares contra o réu. Mendonça já se afastou voluntariamente do cargo, e o MP pretende recorrer da decisão.
Como a auditoria revelou o caso
Uma auditoria interna encomendada pela presidência do Corinthians identificou fluxo irregular de mercadorias, com o vice-presidente tendo acesso amplo aos almoxarifados do Parque São Jorge e do CT.
Acusação de intimidação
O Ministério Público sustenta que Mendonça tentou intimidar funcionários da investigação ao enviar uma notificação extrajudicial para dissuadir auditores após depoimentos iniciais à polícia.
Defesa do vice-presidente
A defesa afirma que as acusações são injustas e baseadas em premissas incorretas. Segundo os advogados, o relatório interno não concluiu haver desvio ou apropriação de bens, e o processo será contestado com base em documentação técnica.
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