- Não há criador oficial nem data exata para o início; a tradição ganhou força no Brasil a partir dos anos setenta, durante uma grande fase da seleção.
- A ideia era transformar a rua em extensão da torcida, com vizinhos pendurando bandeirinhas, pintando o asfalto e acompanhando os jogos juntos.
- A prática cresceu nos anos noventa e explodiu após o pentacampeonato de dois mil e dois.
- Atualmente, a tradição perdeu força em relação ao passado, devido ao desânimo com a seleção, ao aumento do trânsito e a regras mais rígidas para intervenções no espaço público.
- Mesmo assim, houve retomada recente, especialmente desde a Copa de dois mil e vinte e dois, impulsionada pela nostalgia e pelas redes sociais.
O costume de pintar ruas para a Copa do Mundo está presente no Brasil há décadas, mas não tem um criador oficial nem data fixa de início. A prática ganhou força a partir dos anos 1970, quando a seleção vivia uma fase vitoriosa.
A ideia era transformar a via em extensão da torcida: vizinhos reuniam-se para pendurar bandeirinhas, pintar o asfalto e acompanhar os jogos juntos. A tradição ganhou impulso nos anos 1990 e explodiu após o pentacampeonato de 2002.
Retomada desde Copas recentes
Hoje, a tradição perdeu fôlego frente a décadas anteriores. Entre os motivos, destacam-se o desânimo com a seleção, o aumento do trânsito e regras mais rígidas para intervenções no espaço público.
Mesmo assim, o costume não desapareceu. A partir da Copa do Mundo de 2022, houve retomada impulsionada pela nostalgia e pela participação nas redes sociais. A partir de 2026, a prática voltou a ganhar força.
Essas mudanças refletem o equilíbrio entre expressão comunitária e regulamentação urbana, com relatos apontando cidades brasileiras onde a pintura de ruas voltou a aparecer de forma mais frequente durante o período de grandes eventos.
Entre na conversa da comunidade