- Em 2025, a USMNT perdeu a final da Gold Cup para o México em Houston, em ambiente hostil aos norte-americanos.
- Mauricio Pochettino diz ter sido golpeado por três grandes reveses no início do ciclo, começando com a derrota para o Panamá na Nations League.
- A Gold Cup revelou problemas de cultura no grupo, levando a mudanças de elenco e a uma estratégia de manter um grupo fixo desde o início do ciclo.
- O rendimento melhorou a partir de então, com vitórias sobre Japão, Paraguai e Austrália, além de resultados positivos em nove meses seguintes, incluindo triunfo sobre Paraguai e goleada contra Uruguai no fim de 2025.
- Hoje a equipe lidera o Grupo D da Copa do Mundo de 2026 e é vista como uma das seleções emergentes do torneio, impulsionada pelo apoio da torcida e pelo estilo de jogo desenvolvido.
Mauricio Pochettino assumiu a seleção dos Estados Unidos e, nos primeiros meses, encarou uma sequência de golpes que moldaram o rumo da equipe rumo à Copa do Mundo de 2026. A derrota na final da Gold Cup de 2025, disputada em Houston diante do México, abriu uma década de ajustes sob pressão. O momento gerou perguntas sobre o estágio do projeto e a recepção dos torcedores.
Na avaliação do técnico, houve uma dose de ingenuidade inicial sobre a dificuldade do processo. Ele afirmou, em tom contido, que a equipe foi surpreendida pela realidade do cenário futebolístico americano e pela reação do público nas partidas. O episódio serviu como estímulo para mudanças estruturais no grupo.
Surpresas e aprendizados
Antes da Gold Cup, três golpes significativos definiram o caminho da USMNT. Em março de 2025, a equipe não chegou à final da Nations League diante de Panama, em uma campanha marcada por ausência de público e pressão tensa. A derrota expôs vulnerabilidades da defesa e a necessidade de ajuste tático.
A partir de então, o grupo passou por um replanejamento, com foco em manter o elenco coeso. Pochettino optou por trabalhar com uma janela fixa de concentração, buscando evolução coletiva desde o início do ciclo. Jovens como Malik Tillman e Matt Freese despontaram como pilares, ao lado de nomes já consolidados como Christian Pulisic.
Evolução e novos resultados
Com a mudança de estratégia, a seleção passou a obter resultados positivos em amistosos e torneios internacionais. Em setembro, vitória sobre Japão; em outubro, triunfo sobre Australia; em novembro, goleada sobre Paraguai e vitória sobre Uruguay. O time passou a exibir um estilo mais fluido e adaptável.
A fase culminou em uma série de apresentações sólidas na fase de grupos da Copa do Mundo de 2026, com duas vitórias e um 1º lugar do grupo, abrindo caminho para jogos com menor pressão de classificação. O ambiente em casa, descrito como intenso, é apontado pela comissão técnica como fator motivador.
Perspectiva e continuidade
Defensores destacam a importância de manter a linha de trabalho e de continuar o processo de melhoria. O grupo reconhece que a evolução leva tempo e que mudanças devem ocorrer de forma gradual para consolidar o desempenho. A liderança do treinador é vista como determinante para manter a coesão e o ritmo de jogo.
A equipe, ainda em evolução, sinaliza coerência entre planejamento e resultados recentes. O técnico, ao longo do ciclo, enfatizou a necessidade de respostas consistentes e de manter o elenco engajado. O desempenho nas fases seguintes da Copa do Mundo permanece como objetivo principal.
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