- A Copa do Mundo feminina da FIFA, em 2027 no Brasil, terá lucro pela primeira vez, independentemente do torneio masculino.
- A FIFA promete ingressos com preços acessíveis para incentivar estádios cheios e ampliar o público.
- Um acordo relevante foi firmado com a Netflix para venda de direitos nos EUA, além de patrocinadores exclusivos para a competição.
- A FIFA planeja investir US$ 800 milhões na organização da Copa feminina, com expectativa de superar esse valor de receita.
- Os valores de ingressos e o sistema de venda serão anunciados posteriormente, após a Copa de 2026, com estratégia de distribuir assentos premium e mais baratos.
A Fifa anunciou que a Copa do Mundo feminina de 2027, a ser realizada no Brasil, gerará lucro pela primeira vez, independentemente de contratos com o torneio masculino. A informação foi dada pela chefe de futebol da entidade, Jill Ellis.
A Fifa prevê ingressos com preços acessíveis para estimular a presença de público, mirando estádios cheios à medida que o futebol feminino continua a crescer. Ellis afirma que a receita gerada será reinvestida no desenvolvimento do esporte.
Investimento e parcerias
A organização destaca um contrato com a Netflix para venda de direitos nos EUA e a presença de patrocinadores exclusivos para a competição, atrelados a contratos globais da Fifa. Esses acordos devem favorecer as jogadoras e o crescimento do futebol feminino.
A Fifa projeta investir US$ 800 milhões na organização da Copa feminina, expectativa de superar esse patamar com a receita gerada. A meta é equilibrar custos e ampliar o alcance do torneio entre fãs.
A política de ingressos não deverá seguir o mesmo eixo de preços dinâmicos adotado na Copa masculina. A entidade busca atrair torcedores com tarifas variadas, sem priorizar apenas setores premium.
O cronograma de jogos da Copa de 2027 ainda será definido, e a lista de seleções classificadas depende do sorteio. A Fifa também considerará o Brasil como país-sede ao distribuir estádios e palcos com maior tradição de torcedores.
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