Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Holanda, Japão e Suécia: forças e fraquezas dos rivais do Brasil na Copa

Brasil encara o segundo colocado do Grupo F; Japão, Suécia e Holanda aparecem como rivais potenciais, com Japão desfalcado, Suécia forte no ataque e defesa holandesa sólida

Holanda e Japão
0:00
Carregando...
0:00
  • A seleção brasileira já garantiu vaga nos 16 avos, mas o adversário na próxima fase virá do segundo colocado do Grupo F, com a decisão sendo definida nesta quinta-feira; Tunísia está descartada e enfrenta Holanda às 20h (horário de Brasília).
  • Japão: ponto positivo é o estilo de transição rápida e bom entrosamento sob o comando de Hajime Moriyasu; ponto negativo são desfalques (Endo, Minamino, Mitoma) e maior vulnerabilidade na bola parada.
  • Suécia: ponto positivo é o ataque, com Viktor Gyökeres e Alexander Isak marcando gols; ponto negativo é que a vaga à Copa do Mundo veio pela repescagem, sem vitória nas Eliminatórias.
  • Holanda: ponto positivo é a defesa, com Virgil van Dijk entre os pilares, além de outros defensores de qualidade; ponto negativo é o desempenho recente contra seleções do topo, com três empates e duas derrotas em confrontos contra campeões mundiais.
  • Número extra da Holanda citado: o camisa 10 do Corinthians teve apenas 38 minutos em campo nas duas primeiras partidas do Mundial, mas deu assistência contra a Suécia.

A Seleção Brasileira garantiu vaga nos 16 avos de final da Copa do Mundo, mas ainda não sabe quem será o adversário na próxima fase. O oponente sairá do Grupo F, cuja segunda colocação será definida apenas nesta quinta-feira, após as partidas marcadas para as 20h (horário de Brasília). A Tunísia já está eliminada, e Japão e Suécia disputam o segundo posto com a seleção holandesa.

A definição do adversário depende do encerramento das rodadas do Grupo F. O Japão enfrenta a Suécia, enquanto a Tunísia já não pode avançar. A rodada final pode colocar uma ou outra equipe entre os pilares do mata-mata, o que impacta a preparação brasileira para o próximo estágio.

Japão

  • Ponto positivo: o sucesso recente do técnico Hajime Moriyasu, que comanda os Samurais Azuis desde 2018, é visto como base tática para o time. A equipe prioriza transições rápidas da defesa para o ataque.
  • Ponto negativo: desfalques antes do Mundial. Wataru Endo, Takumi Minamino e Kaoru Mitoma ficaram de fora por lesão, reduzindo o entrosamento.
  • Destaque adicional: volantes com boa leitura de jogo e boa bola parada têm gerado vulnerabilidade no setor defensivo da competição, com cinco cabeceamentos entre dez finalizações sofridas em duelo recente contra a Holanda.

Suécia

  • Ponto positivo: o ataque fica como referência, com Viktor Gyökeres e Alexander Isak marcando gols no torneio e aumentando a pressão sobre defesas adversárias.
  • Ponto negativo: a performance global mostra fragilidades estruturais. A vaga na Copa veio pela repescagem após desempenho irregular nas Eliminatórias, com o time sem vitória direta na fase classificatória.

Holanda

  • Ponto positivo: uma defesa bem organizada liderada por Virgil van Dijk, com apoio de opções como Jan Paul van Hecke, Micky van de Ven e Denzel Dumfries, capaz de manter o equilíbrio.
  • Ponto negativo: o histórico recente contra seleções de elite não é favorável. Nos cinco últimos jogos contra campeões mundiais, houve três empates e duas derrotas.
  • Observação tática: o time de Ronald Koeman tem mostrado consistência defensiva, ainda que questões físicas tenham limitado o desempenho de um dos restringidos elencos. O camisa 10, atuando pelo Corinthians, acumulou apenas 38 minutos nas duas primeiras partidas, mas já contribuiu com uma assistência.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais