- A FIFA fechou acordo para criar uma empresa conjunta com o grupo de clubes europeus (European Football Clubs, EFC) para operar a Copa do Mundo de Clubes, com planos de ampliar a participação de clubes da Premier League.
- A expansão prevista é de 32 para 48 equipes, considerando a edição de 2029, o que pode aumentar o valor comercial do torneio.
- A EFC, presidida por Nasser Al-Khelaifi, representa mais de 700 clubes europeus e busca flexibilizar o teto de clubes por país, beneficiando equipes como Arsenal, Liverpool e Manchester City.
- O torneio distribuiu trezentos e setenta milhões de libras em premiação total; o Chelsea faturou cerca de 84 milhões de libras na edição anterior, enquanto 185 milhões de libras de pagamentos de solidariedade ainda não tinham sido distribuídas.
- A parceria entre EFC e a FIFA pode seguir o modelo da UC3 com a UEFA, potencializando acordos de direitos de transmissão após acordo de televisão de 1 bilhão de dólares com a DAZN e investimento da Surj Sports Investments.
O FIFA planeja criar uma joint venture com o grupo de lobby European Football Clubs (EFC) para operar a Copa do Mundo de Clubes, com potencial expansão para mais clubes da Premier League. A medida pode ampliar a participação de equipes europeias no torneio lucrativo.
Chelsea faturou cerca de 84 milhões de libras ao vencer o torneio inaugural de 32 equipes, o que estimulou clubes europeus a pressionar pela ampliação das vagas. A expectativa é de que o acordo com a EFC acelere a ampliação para 48 equipes em 2029.
O papel da EFC
A EFC já atua com a Uefa por meio da joint venture UC3, que gerencia competições de clubes na Europa. Com a parceria com a Fifa, a EFC deve operar o formato ampliado de forma similar, segundo fontes próximas às negociações.
Limites e impacto em clubes
A EFC defende o fim do teto de entradas por país, o que pode beneficiar equipes inglesas como Arsenal, Liverpool e Manchester City, que estão entre as oito primeiras do coeficiente da Uefa. A proposta visa ampliar o valor comercial do torneio.
Contexto financeiro
A Fifa enfrenta dificuldades para vender direitos de transmissão da Copa do Mundo de Clubes. Um acordo global de TV de US$ 1 bilhão foi fechado com a DAZN após investimento de origem saudita, com o governo da Arábia Saudita envolvido por meio da Surj Sports Investments.
Distribuição de recursos
A distribuição do financiamento de solidariedade de US$ 185 milhões ainda não foi definida, gerando frustração entre clubes que não participaram do torneio. Um valor estimado de ~£50.000 por clube foi citado como possível divisão igualitária.
Perspectivas para 2029
O prêmio total de cerca de £740 milhões já foi pago aos clubes; Chelsea teria recebido cerca de £84 milhões. Com a conclusão do acordo com a EFC, as discussões sobre a Copa de 2029 e a possível expansão devem ganhar andamento.
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