- Akoto, cozinheiro na Flórida, e Austin Franklin, influenciador da Filadélfia, foram contratados para assistir aos 104 jogos da Copa do Mundo e produzir conteúdo para o serviço Fox One, recebendo US$ 50 mil cada.
- Eles trabalham em uma cabine de vidro na Times Square, em Nova York, e não precisam dormir no local; ao fim de cada turno, retornam para casa.
- Durante a fase de grupos, a dupla encara seis jogos por dia; o torneio acontece entre 11 de junho e 19 de julho.
- Entre momentos marcantes, eles testemunharam Messi se tornar o maior artilheiro das Copas, além de experimentar pratos típicos entre as partidas.
- A experiência é descrita como uma maratona: demanda esforço e cansaço, mas é possível dormir oito horas por noite e manter a concentração durante os jogos.
Os torcedores Kevin Akoto, cozinheiro da Flórida, e Austin Franklin, influenciador da Filadélfia, foram escolhidos para acompanhar toda a Copa do Mundo. Cada um receberá US$ 50 mil por assistir aos 104 jogos e produzir conteúdo para o serviço de streaming Fox One. A seleção ocorreu após um rigoroso processo de candidatos.
A dupla atua em uma cabine de vidro instalada na Times Square, em Nova York, com estrutura de sala de torcedor: poltronas, sofá, TVs e mesa de pebolim. O espaço recebe visitantes e funciona como palco para a cobertura em tempo real.
Detalhes do trabalho
Acompanhando seis partidas por dia durante a fase de grupos, Akoto e Franklin seguem um cronograma intenso. Além de assistir, eles criam conteúdo para engajar torcedores e explicar o andamento do torneio. O contrato não exige que eles passem a noite na cabine.
O início da Copa, em 11 de junho, marca o começo de uma maratona que vai até 19 de julho. Os jovens relatam cansaço, mas buscam equilíbrio entre ritmo e descanso, voltando para casa ao fim de cada turno.
Experiências e impactos
Entre os benefícios, a dupla tem a chance de conhecer torcedores de diferentes países e experimentar pratos típicos. No cotidiano de trabalho, os relatos apontam a proximidade com fãs de várias nacionalidades, o que reforça a atmosfera de evento global.
Os torcedores também comentam a sensação de estar no centro das atenções, com a cabine da Times Square servindo como ponto de observação para curiosos. A experiência envolve conversas sobre futebol, cultura e a maneira como a Copa é vivida nos Estados Unidos.
Opiniões sobre a experiência
Entre quem acompanha a história, há divergências sobre aceitar esse tipo de trabalho. Alguns acreditam que assistir a todos os jogos sem privacidade seria invasivo, enquanto outros veem a função como oportunidade única de acesso à cobertura oficial.
A cobertura da BBC mostrou ainda a curiosidade sobre previsões para o torneio e sobre o desempenho de equipes favoritas, como a Espanha e a Noruega, representada por Franklin na torcida. A presença dos torcedores na Times Square tem atraído atentos e debates entre fãs.
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