- A Puma defende os uniformes usados pelas seleções na Copa do Mundo de 2026 após registrar cinco casos de camisas rasgadas na fase de grupos.
- Os incidentes envolveram jogadores da República Tcheca, Paraguai, Egito, Gana e Marrocos.
- A fabricante afirma que as camisas foram desenvolvidas para serem mais leves, com tecidos ultraleves que promovem mobilidade, ventilação e controle da umidade.
- A Puma reconhece que o futebol é um esporte de alto contato e que, em disputas fortes, os uniformes podem sofrer danos, mas garante que isso não atrapalha o rendimento em campo.
- Os atletas que trocaram de camisa foram Pavel Sulc, Gustavo Gómez, Ziko, Yirenkyi e El Aynaoui.
A Puma defende seus uniformes usados pelas seleções na Copa do Mundo 2026 após registrar cinco casos de camisas rasgadas durante a fase de grupos. Os incidentes envolveram jogadores da República Tcheca, Paraguai, Egito, Gana e Marrocos. A fabricante destaca que as peças foram criadas para serem mais leves, com tecidos ultraleves que promovem mobilidade e controle da umidade.
Segundo a empresa, o design prioriza conforto e performance, mas admite que o futebol impõe contato intenso. Em disputas duras, as camisas podem sofrer danos sem comprometer o rendimento dos atletas. A Puma ressaltou ainda que os rasgos não afetam o desempenho em campo.
Os casos começaram com Pavel Sulc, da República Tcheca, diante da Coreia do Sul, seguido por Gustavo Gómez (Paraguai), Ziko (Egito), Yirenkyi (Gana) e El Aynaoui (Marrocos), que precisaram trocar de uniforme. A Puma divulgou o posicionamento nesta sexta-feira.
Ponto-chave
- a tecnologia das peças busca leveza e ventilação, reduzindo peso sem perder durabilidade.
- a marca enfatiza que rasgos são eventos isolados dentro de partidas de alto contato.
A empresa manteve a linha de comunicação destacando que as camisas não comprometem o desempenho e que ajustes não são necessários no momento.
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