- Rayan, atacante brasileiro de 19 anos, disse não saber quem é o jogador mais perigoso do Japão.
- A seleção brasileira encara o Japão na Copa do Mundo pela fase de 32 avos, e Rayan terá dois dias para estudar o adversário.
- Deve continuar como titular, já que Ancelotti pode manter a escalação pela primeira vez desde que assumiu a equipe.
- O jogador ressaltou que a força do Japão é o coletivo, com uma equipe muito qualificada, e destacou a evolução defensiva sob as instruções do técnico italiano.
- Rayan mantém contato próximo com Fernando Diniz, que o acompanhou desde o Vasco; Diniz lhe abriu as portas para a seleção e Ancelotti o levou à Copa como o atleta mais jovem.
Rayan, atacante brasileiro de 19 anos, mira o primeiro gol na Copa do Mundo ao atuar pela seleção do Brasil contra o Japão na fase de 32 avos. O jogador ressaltou que não sabe quem é o ponto forte específico dos japoneses e destacou a força do coletivo da equipe asiática. A partida será disputada na próxima rodada do torneio.
O jovem manteve a titularidade após entrar contra a Escócia e terá dois dias para estudar o adversário. A confirmação da escalação ainda depende de Carlo Ancelotti, que pode repetir a formação pela primeira vez desde que assumiu a equipe. A dupla de ataque e o apoio defensivo são foco de ajuste para o duelo.
Rayan acredita que seu desempenho evoluiu sob as instruções do treinador italiano, em especial no recuo para buscar a bola e ajudar na transição. Ele trabalha para melhorar a frieza na finalização, buscando o primeiro gol do Mundial com o grupo brasileiro.
Relação com treinadores
O atacante mantém contato próximo com Fernando Diniz, técnico anterior e atual de outros períodos, que o incentivou a chegar à seleção. A ligação entre os dois permanece ativa, com Diniz sendo apontado como uma figura de apoio no desenvolvimento do jogador, mesmo após a transição para Ancelotti.
Rayan relembra que Diniz sempre demonstrou disposição em orientar o atleta, reforçando a importância do desempenho coletivo para abrir espaço para gols. A relação entre clube e seleção é citada como objetivo de manter o jogador em boa evolução até o confronto com o Japão.
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