- Solbakken afirmou que cinco ou seis jogadores estavam desgastados após a vitória da Noruega sobre Senegal, justificando Haaland no banco contra a França.
- O treinador disse que Haaland poderia entrar no segundo tempo se o jogo estivesse equilibrado e ainda houvesse chance de buscar algo.
- A França venceu por quatro a um, lidera o Grupo I e garantiu a primeira posição; a Noruega venceu o Senegal por três a dois e avançou em segundo lugar.
- Na segunda fase, a Costa do Marfim é adversária da Noruega; o Brasil enfrenta o Japão, e o vencedor encara Noruega ou Costa do Marfim.
- Solbakken afirmou que não está pensando no Brasil nas oitavas e que o objetivo é chegar o mais longe possível, mantendo o foco no próximo duelo.
O técnico da Noruega, Ståle Solbakken, explicou por que iniciou a partida contra a França com Haaland no banco. A justificativa envolve desgaste de jogadores após duelo contra Senegal. A Noruega venceu por 3 a 2 e avançou à segunda fase.
Solbakken afirmou que cinco ou seis atletas estavam muito desgastados, o que influenciou a composição inicial da equipe. O treinador disse que Haaland poderia entrar no segundo tempo caso o jogo se mantivesse aberto para buscar o resultado.
Sobre um possível confronto com o Brasil nas oitavas, Solbakken adotou cautela. Ele destacou a preocupação com a Costa do Marfim, adversária na próxima fase, enquanto o Brasil enfrenta o Japão no mesmo horário para definir o rival norueguês.
Desdobramentos e próximos jogos
A Costa do Marfim encara a Noruega na próxima terça, às 14h (horário de Brasília). O Brasil jogará contra o Japão no dia anterior, no mesmo horário, para definir quem enfrenta quem nas oitavas.
Solbakken disse que ainda há muito tempo para discutir o duelo com o Brasil e que a equipe precisa manter o foco no duelo contra a Costa do Marfim. Segundo ele, o confronto contra a seleção africana tende a ser equilibrado.
Reação de torcedores e visão da comissão técnica
Mesmo com pedidos de entrada de Haaland, o técnico defendeu a decisão de poupar a estrela. O treinador ressaltou a necessidade de levar a Noruega o mais longe possível no torneio, sem agradar a todos.
Solbakken afirmou que não se arrepende da escolha e que a equipe não está no Mundial apenas para entreter. Ressaltou ainda que manter a competitividade é essencial para chegar longe na competição.
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