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Doença, demissão e morte afastam três integrantes da equipe da Copa na Globo

Globo perde três pilares da memória da Copa em 2026: Luis Roberto, Cléber Machado e Léo Batista deixam lacunas na transmissão; torce-se por retorno em 2030

Luis Roberto, Cléber Machado e Leo Batista: jornalistas que colaboraram para a memória do público brasileiro das Copas
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  • Luis Roberto não narra a Copa de 2026 após receber diagnóstico de neoplasia na região cervical; completou 65 anos em maio e faz tratamento para a cura.
  • Cléber Machado, demitido pela Globo em março de 2023, teve passagem pela Record e pelo SBT, e hoje trabalha na cobertura do Mundial pela Record.
  • Leo Batista atuou na equipe esportiva da Globo desde 1970 e faleceu em janeiro de 2025, aos 92 anos, deixando lacunas na memória da transmissão.
  • A ausência desses profissionais tira da cobertura da Globo trechos que ajudaram a construir a memória afetiva dos Mundiais.
  • A expectativa é de que Luis Roberto e Cléber Machado voltem a narrar a Copa de 2030.

O Globo vive uma fly de ausências na equipe de cobertura da Copa do Mundo de 2026. Três jornalistas históricos da emissora deixaram de fazer parte da transmissão, impactando a memória audiovisual das Copas para o público brasileiro. A mudança ocorre em meio a novidades como a CazéTV e debates sobre a presença de apostas nas transmissões.

Luis Roberto recebeu, pouco mais de dois meses antes do torneio, o diagnóstico de neoplasia na região cervical. Iniciou tratamento e, aos 65 anos, completou o ciclo no fim de maio, mantendo o foco na cura e afastado das operações da TV.

Cléber Machado foi demitido pela Globo em março de 2023. Após passagem pela Record e breve retorno à Band, foi contratado pelo SBT, onde hoje não atua na cobertura da Copa. Aos 64 anos, dirige a apresentação do Esporte Record em São Paulo.

Leo Batista integrou a equipe da Globo de 1970 até seu falecimento, em janeiro de 2025, aos 92 anos. Esteve presente em Mundiais anteriores e, nas edições recentes, gravava locuções e fazia participações especiais, tornando-se referência para várias gerações.

Impacto na memória da cobertura

A saída dos três deixa uma lacuna na memória afetiva de quem acompanha as Copas pela televisão. As vozes e imagens que marcaram décadas não estarão mais à disposição da transmissão da Globo neste ciclo.

Perspectivas para o futuro

A expectativa é que novas gerações de narradores e profissionais substituam as funções fundadas por Luis Roberto, Cléber Machado e Leo Batista. O desafio é manter o tom informativo e a qualidade da cobertura em Copas futuras.

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