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Eleições em São Paulo viram pauta nos bastidores, sem candidatos definidos

Eleição presidencial do São Paulo avança nos bastidores, com a renovação de dez conselheiros vitalícios e cem cadeiras que podem alterar o equilíbrio até dezembro

Harry Massis estuda concorrer a presidência do São Paulo –
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  • A eleição do São Paulo está marcada para a primeira quinzena de dezembro, e a disputa interna já mobiliza os bastidores do clube.
  • Antes do pleito presidencial, ocorrem duas etapas decisivas: a escolha de dez novos conselheiros vitalícios entre julho e agosto e a eleição de cem conselheiros na segunda quinzena de novembro.
  • Atualmente, o Conselho Deliberativo tem 249 membros, sendo permitido até 260 cadeiras pelo estatuto; os vitalícios têm peso especial nas votações.
  • O cenário interno mostra vantagem da base de apoio ao presidente em exercício, mas a possível indicação de maioria de nomes alinhados à oposição pelo Conselho Consultivo pode reduzir essa margem.
  • Entre os nomes em jogo, o grupo governista trabalha com Harry Massis (que fala em transição, mas pode concorrer) e Adílson Alves Martins; a oposição discute Daurio Speranzini, Marcelo Marcucci Portugal Gouvêa e Flávio Marques, sem consenso definido até o momento.

A elevação da disputa pelo São Paulo já ocupa os bastidores do clube. A eleição presidencial está marcada para a primeira quinzena de dezembro, mas a corrida pela presidência começa antes, com a escolha de novos conselheiros vitalícios entre julho e agosto. A segunda etapa ocorre em novembro, com a eleição de 100 conselheiros.

O Conselho Deliberativo, hoje com 249 membros, pode chegar a 260 cadeiras conforme o estatuto. Os conselheiros são divididos entre nove grupos políticos e um conjunto de independentes, e terão papel decisivo na escolha do próximo presidente tricolor, sobretudo após o impeachment de Julio Casares.

A força de atuação da atual gestão, liderada por Harry Massis, depende de seis grupos: Vanguarda, Legião, Participação, Sempre Tricolor, Somos SPFC e Super, que somam cerca de 140 conselheiros. A oposição soma aproximadamente 90 integrantes, mais 19 independentes, cuja votação tende a variar conforme alianças.

Candidatos em disputa

Massis sinaliza que assumiu de forma transitória, mas não descarta concorrer a um mandato completo. Entre as opções da base governista, surge Adílson Alves Martins, empresário e conselheiro vitalício, que atua como assessor financeiro desde março. O grupo opõe-se a manter a liderança com alternativas já citadas.

Do lado oposicionista, o embate ainda não definiu uma candidatura única. Nomes citados entre os possíveis são Daurio Speranzini, Marcelo Marcucci Portugal Gouvêa e Flávio Marques, com a expectativa de acordo para enfrentar a chapa da situação em dezembro.

A escolha de dez conselheiros vitalícios, prevista para o período entre julho e agosto, pode influenciar o pleito presidencial, principalmente se o Conselho Consultivo indicar maioria alinhada à oposição, alterando a produção de votos no colegiado. As regras permitem nova eleição para presidente com 260 cadeiras.

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