- A França soma nove pontos em três jogos na fase de grupos, com ataque estrelado formado por Olise, Dembelé e Mbappé, mas apresenta falhas defensivas e busca equilíbrio coletivo.
- Na estreia, a vitória por 3 a 1 sobre o Senegal teve chances claras da seleção africana e falhas defensivas francesas, com o adversário entrando várias vezes no terço defensivo.
- O duelo com a Noruega, vencido por 4 a 1, mostrou poder de fogo ofensivo, mas confirmou problemas de entrosamento e de defesa, com a França tendo menor aproveitamento de gols (expected goals: 1,5 contra 1,7).
- O treinador Didier Deschamps vive uma tragédia pessoal, com a morte da mãe, o que levou o técnico a retornar à França; o auxiliar Gui Stephan participou da vitória sobre a Noruega.
- A França lidera o grupo e encara um dos melhores terceiros colocados na segunda fase, em Nova Jersey, no dia 30, terça-feira, após confirmar a classificação.
França segue como favorita, mas exibe deficiências defensivas mesmo com trio ofensivo de peso. Em três jogos na fase de grupos, a equipe soma 9 pontos, após vencer Senegal por 3 a 1 e Noruega por 4 a 1, no Mundial.
Na estreia, a França teve dois hinos de chances claras para ampliar o placar frente ao Senegal, mas errou passes e viu o adversário chegar ao terço final 57 vezes, quase o mesmo que os franceses chegaram à área rival.
Antes do jogo contra a Noruega, Damien Degorre, da equipe do LÉquipe, avaliou o conjunto francês como ainda pouco coeso, destacando que o time depende da evolução coletiva para chegar ao seu potencial.
A partida contra a Noruega, disputada em Boston, teve o time reserva adversário titularizado. A França venceu 4 a 1, com o ataque em evidência, mas as falhas defensivas foram lembradas por analistas e pela imprensa.
Segundo a estatística de gols esperados, a Noruega teve 1,7 xG, enquanto a França produziu 1,5; o dado aponta maior aproveitamento dos noruegueses, mas menos volume ofensivo francês.
Deschamps vive uma tragédia pessoal recente, com a perda da mãe, o que levou o treinador a retornar à França; o funeral ocorreu durante a vitória sobre a Noruega, quando Gui Stephan comandou o time no banco.
Nesta semana, o treinador deve retornar à Copa, com a França na liderança do grupo e pronta para enfrentar um dos melhores terceiros colocados na fase seguinte, em Nova Jersey, na terça-feira 30.
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