- O Japão já marcou gols de escanteio contra a Holanda e em amistoso contra o Brasil, em outubro do ano passado.
- O Brasil converteu pênaltis com Igor Thiago contra Croácia e Panamá; não houve gols em jogadas ensaiadas desde o cruzamento de Rodrygo para Casemiro ante Senegal.
- Dos 33 gols do Brasil sob o comando de Carlo Ancelotti, apenas cinco saíram de bola parada (15%).
- Na Copa do Mundo, a participação de bolas paradas é de 19% dos 215 gols no geral.
- O texto aponta que o Japão costuma marcar nesse tipo de situação, enquanto o Brasil ainda não, o que pode influenciar o jogo da segunda fase.
O debate sobre bola parada volta à tona após observações sobre seleções em jogos recentes. Segundo a análise, o Japão tem marcado gols de escanteio em partidas contra a Holanda e em um amistoso contra o Brasil no mês de outubro do ano passado.
Ainda conforme os dados, o Brasil tem obtido gols de pênalti em jogos contra Croácia e Panamá, mas não marca há muito tempo em jogadas ensaiadas de bola parada desde um cruzamento de Rodryg para Casemiro no triunfo por 2 a 0 sobre o Senegal, em novembro.
Desempenho de bola parada no comando de Ancelotti
Entre os 33 gols do Brasil sob o comando de Ancelotti, apenas cinco foram de bola parada, o que corresponde a 15%. Na Copa do Mundo, o índice é ainda menor, com 19% dos 215 gols marcados por seleções.
Implicações e contexto
A frequência de gols de bola parada do Japão indica um padrão eficaz nesse tipo de jogada. A comparação com o Brasil leva a questionamentos sobre possíveis pontos de melhoria na equipe brasileira para a sequência de competição.
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