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Brasil não assume favoritismo, mas teme vexame diante do Japão

Em Houston, Ancelotti e Marquinhos dizem que Brasil não assume favoritismo contra o Japão, buscando resolver já a vaga nas oitavas para evitar prorrogação

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  • Treinadores e capitão participaram de coletiva em Houston (EUA) neste domingo, 28.
  • Ancelotti não quis seguir a tradição de declarar favoritismo, embora saiba que o Brasil é favorito contra o Japão.
  • A equipe foi orientada a sufocar os japoneses e buscar a vaga nas oitavas sem depender de prorrogação ou pênaltis.
  • A entrevista abordou a preparação para a partida que definirá a classificação.

A seleção brasileira de futebol, comandada por Carlo Ancelotti, e o capitão Marquinhos deram entrevista coletiva em Houston, nos Estados Unidos, neste domingo (28). O assunto foi a preparação para enfrentar o Japão nas oitavas de final, com foco em terminar o jogo sem prorrogação ou pênaltis.

Ancelotti afirmou que não está preso à tradição que costuma acompanhar o Brasil como favorito. Reconheceu o status de favorito, mas evitou declarar publicamente esse papel, mantendo o discurso voltado para a necessidade de vencer o adversário.

Marquinhos destacou a responsabilidade do grupo e a disposição para minimizar riscos, contribuindo para um desempenho sólido desde o início. O capitão ressaltou a importância de manter a concentração ao longo dos 90 minutos.

A comissão técnica orientou a equipe a buscar o controle do jogo desde cedo, com pressão sobre o Japão para abrir caminho à vaga nas quartas. O objetivo é definir o resultado dentro do tempo regulamentar, evitando eventual decisão por pênaltis.

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