- Portugal ficou em segundo no Grupo e empatou por 0 a 0 com a Colômbia no dia 27 de junho de 2026, avançando no torneio.
- Nas fases anteriores, Portugal venceu Uzbequistão por 5 a 0 e empatou com a RD Congo em 1 a 1.
- o adversário nas oitavas é a Croácia, em jogo marcado para 2 de julho; derrota encerraria a participação europeia no Mundial.
- o foco ficou na atuação de Cristiano Ronaldo, alvo de críticas, e o jornal The Irish Times publicou uma resenha que questiona o impacto do atacante pela seleção.
- o comentarista Ken Early sugeriu, de forma irônica, trocar as camisas 7 entre Portugal e Colômbia e ainda citou Elon Musk como possível atacante, em tom satírico sobre critérios de escolha.
Desde o empate sem gols entre Portugal e Colômbia, no sábado, 27 de junho, o desempenho de Cristiano Ronaldo voltou a ficar no centro das atenções do Mundial de 2026. A atuação do astro da seleção portuguesa foi alvo de críticas após o resultado, que deixou Portugal em segundo lugar no grupo.
No torneio, Portugal já havia empatado com RD Congo por 1 a 1 e goleado o Uzbequistão por 5 a 0, com Ronaldo marcando duas vezes. A equipe avança ao fase de mata-mata, enfrentando a Croácia, favorita do confronto, na próxima quinta-feira, 2 de julho.
O foco se voltou para a atuação individual de Ronaldo, que recebeu avaliação negativa de parte da imprensa. Em Portugal, o jornal A Bola apontou um desempenho abaixo do esperado, especialmente em ações fora de casa. Em Dublin, o jornal The Irish Times publicou uma análise contundente sobre o tema.
Segundo o artigo do The Irish Times, o colunista Ken Early escreveu que Portugal poderia ter um desempenho diferente sem Cristiano Ronaldo. A peça descreve uma suposta conversa com um jogador irlandês, citando a ideia de inverter camisas entre Portugal e Colômbia para alterar o resultado.
A sugestão do comentarista irlandês envolve colocar um atacante colombiano no lugar de Ronaldo e manter o astro português no ataque da Colômbia, insinuando que a equipe portuguesa seria favorecida pela mudança. A crítica se estende a questionar o mérito esportivo em relação a fatores externos ao jogo.
O texto também faz menção irônica a Elon Musk, sugerindo que o bilionário poderia ocupar a posição de Ronaldo caso o critério do treinador fosse riqueza e fama. A peça encerra com o debate sobre qual critério define a escalação da equipe na Copa, sem tomar partido sobre o desfecho.
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