- Jogadores da Copa do Mundo de 2026 costumam vestir coletes ou tops sob o uniforme, com sensores que coletam dados como velocidade, batimentos cardíacos e oxigenação.
- A tecnologia permite monitorar a área coberta pelo jogador e a distância percorrida, ajudando a equipe técnica a analisar desempenho durante e após o jogo.
- Os dados ajudam a definir táticas, formações e escolher quais jogadores podem atuar juntos com maior eficiência.
- Além do uso em partidas, os coletes também são usados em treinos e podem orientar a recuperação de lesões, mostrando a resposta ao tratamento.
- O uso de coletes inteligentes já é comum no futebol internacional há mais de uma década; no Brasil, a tecnologia está presente em clubes de elite há pelo menos dez anos.
Os atletas que disputam a Copa do Mundo de 2026 aparecem com coletes ou tops por baixo dos uniformes. A peça, que parece um sutiã, é usada para coletar dados individuais em tempo real.
Os dados incluem velocidade, batimento cardíaco e oxigenação. Também são registrados o trajeto percorrido no campo e a distância total, com acesso para treinador e equipe técnica durante e após as partidas.
Essa tecnologia permite a construção de estatísticas para melhorar o rendimento. Perguntas como qual formação favorece determinado jogador ganham embasamento em dados objetivos.
Utilidade prática para tática e recuperação
Os coletes ajudam a definir esquemas táticos e a identificar jogadores com características semelhantes. Também orientam decisões sobre substituições e posicionamento durante o jogo.
Além do desempenho em campo, o equipamento auxilia na recuperação de lesões. Dados sobre resposta ao tratamento ajudam a escolher entre recuperação rápida ou métodos mais tradicionais.
Os dispositivos não se restringem a jogos oficiais; são usados também em treinamentos. No Brasil, clubes de elite utilizam a tecnologia há mais de uma década, com aplicação crescente em seleções.
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