- Luiza Oliveira afirma que Portugal joga mais em função de Cristiano Ronaldo, caracterizando isso como subserviência em campo na Copa do Mundo.
- Ela ressalta que Ronaldo não foi substituído até o momento e que, mesmo com o time abaixo fisicamente, a escolha é mantê-lo em campo, diferente de seleções que priorizam o coletivo.
- Juca Kfouri faz paralelo com a Copa de 2006, destacando que metas individuais podem reduzir o foco no coletivo.
- PVC comenta que falta coragem a Roberto Martínez para repetirmos a decisão de Fernando Santos, que tirou Ronaldo em 2022; naquela edição, Portugal avançou às quartas sem ele centralizado no ataque.
- Trajano ironiza o argumento de que Ronaldo está bem fisicamente, apontando que, em momentos contra a Colômbia, Portugal pareceu jogar com um jogador a menos.
Portugal é alvo de análise após declarações sobre a Copa do Mundo de 2026 no programa Posse de Bola, do Canal UOL. O debate abordou o papel de Cristiano Ronaldo (CR7) na seleção e comparou estilos de gestão de jogadores entre equipes.
Luiza Oliveira afirmou que Portugal atua em função de CR7, o que, segundo ela, caracteriza subserviência no campo. Ela citou que o atacante não foi substituído na Copa até o momento, enquanto outras seleções priorizaram o coletivo.
Juca Kfouri traçou paralelo com 2006, quando a seleção brasileira lidou com recordes de Ronaldo Fenômeno. Para ele, a pressão por marcas pessoais pode ofuscar o projeto coletivo.
PVC reforçou a crítica ao treinador Roberto Martínez, sugerindo falta de coragem para repetir a decisão de 2022, quando Cristiano ficou no banco. Na visão dele, a equipe só ganhou fôlego ao remover o camisa 7.
Trajano, por sua vez, ironizou a justificativa de preparo físico de Portugal, dizendo que o time parecia jogar com um jogador a menos em certos momentos contra a Colômbia.
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