- O técnico da seleção brasileira, Carlo Ancelotti, avalia mudar o sistema de marcação para enfrentar o Japão, pela qualidade dos japoneses em sair jogando.
- Brasil pode desistir de manter a pressão alta contra o Japão, adaptando a estratégia de marcação diante da saída de bola adversária.
- Na Copa, dois dos sete gols do Brasil foram resultado de pressão sobre o adversário, incluindo jogadas que envolveram erros cobrindo passagens entre zagueiros.
- O Japão é reconhecido pela saída de jogo muito boa; a equipe pode pressionar em bloco médio e buscar transições rápidas.
- O planejamento visa definir a melhor forma de pressionar o adversário sem abrir espaço na defesa, levando em conta a qualidade de saída de bola japonesa.
O técnico Carlo Ancelotti sinalizou que pode mudar o sistema de marcação da seleção brasileira para enfrentar o Japão, diante da qualidade japonesa na saída de jogo. A ideia é tornar a pressão mais eficiente contra a saída de bola adversária.
Apesar de ter participação direta em dois dos sete gols da era Ancelotti, a defesa ofensiva da equipe recebeu críticas pelo duelo contra a Escócia, em que espaços apareceram. Os gols contra os escoceses nasceram de erros forçados pela forma de marcação.
O Japão é apontado como adversário complicado nessa área, por possuir saída de bola qualificada. A avaliação é de que a seleção precisa estudar a melhor forma de pressionar para evitar transições perigosas do adversário.
A estratégia pode privilegiar a recuperação de bola em bloco médio e explorar transições rápidas. O foco é manter organização defensiva ao mesmo tempo em que se busca o resultado, sem abrir espaços desnecessários.
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