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Brasil treinou para furar retranca do Japão e deve ajustar pressão

Brasil treina para furar retranca japonesa; ajusta a pressão na saída de bola e aposta em gol cedo para controlar o risco e explorar velocidade

Bonecos simulam defesa do Japão adversário do Brasil na segunda fase da Copa do Mundo
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  • Brasil treinou nos dois últimos dias para furar a retranca do Japão e ajustar a pressão na saída de bola.
  • O plano envolve fazer um gol cedo e controlar os riscos na pressão, já que a saída japonesa é considerada boa.
  • Nos treinos, a equipe montou um sistema com linha de cinco e linha de quatro para simular o adversário.
  • Analistas apontam que o Brasil deve ter iniciativa e o Japão espera o erro em transições; abrir o placar cedo pode acelerar o jogo com velocidade de Vini, Cunha e Rayan.
  • Há a ideia de manter mais a posse de bola após o gol para evitar contra-ataques japoneses, com ajustes na cadência do meio-campo.

A seleção brasileira treina alternativas para fugar da retranca do Japão, com foco em aumentar a pressão na saída de bola. O objetivo é abrir o placar cedo e gerenciar os riscos defensivos, conforme avaliação de Danilo Lavieri no Posse de Bola, do Canal UOL.

Segundo o comentarista, a comissão técnica de Carlo Ancelotti simulou situações de adversário fechado nos treinamentos. O plano envolve usar uma configuração com linha de cinco e outra de quatro para replicar o que o Brasil deve enfrentar.

Lavieri ressaltou que a pressão precisa ser calibrada para evitar abrir espaço para o contra-ataque japonês, que tem boa saída desde a defesa. Ele aponta mudanças em relação ao que foi feito com a Escócia, mantendo o Brasil atento à saída do Japão.

Análise dos comentaristas

Arnaldo Ribeiro sugeriu que o Brasil tende a impor a iniciativa, enquanto o Japão espera oportunidades de transição. O gol cedo pode determinar o ritmo da partida e permitir explorar a velocidade de Vinícius, Cunha e Rayan, afirma o colunista.

Rodrigo Mattos destacou que o desafio é distinto do enfrentado contra Marrocos, mas com dificuldade semelhante devido ao sistema japonês. Ele sustenta a necessidade de manter a posse de bola para conter o contragolpe caso o Brasil abrir o placar.

Lavieri reforçou a ideia de que o peso do confronto recai sobre o Brasil, mesmo com evolução do Japão e jogadores atuando na Europa. A cobrança é pela atuação eficaz, sem depender de resultados exagerados para justificar o desempenho.

A cobertura do UOL para a Copa do Mundo de 2026 segue com o Posse de Bola diariamente, às 8h30. Após cada partida, haverá edição extra do programa, além de outras atrações do portal.

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