- Galvão Bueno, aos 75 anos, afirma que a Copa de 2026, no SBT, será a última como narrador; não narrará a edição de 2030.
- Em entrevista publicada em 29 de junho de 2026 ao F5, ele diz que trabalha para o SBT e é sócio da NSports, empresa que adquiriu os direitos em parceria com o SBT.
- A partida Brasil x Japão desta segunda-feira levou ele ao recorde: é o 149º jogo de Copas narrado por Galvão, certificado pelo Guinness World Records.
- O narrador criticou as condições de trabalho nos estádios dos Estados Unidos, citando distância ao campo e espaço reduzido; destacou NJ e Filadélfia como piores, com Miami sendo “um pouquinho melhor”.
- Sobre a preparação, detalhou sessões de fonoaudiologia, exercícios vocais e tratamento para limpeza do sistema respiratório; a decisão de não narrar em 2030 é considerada definitiva.
Galvão Bueno, aos 75 anos, confirmou que a Copa do Mundo de 2026, pelo SBT, será sua última como narrador esportivo. Em entrevista publicada nesta segunda (29 jun 2026), ele disse que não atuará em 2030 e pode seguir somente como apresentador ou comentarista.
O narrador tem 14 Copas no currículo, com passagem pela Globo e, hoje, como sócio da NSports, empresa que detém direitos em parceria com o SBT. A afirmação foi dada ao portal F5, da Folha de S.Paulo.
Recorde mundial e números
A derrota entre Brasil e Japão, nesta segunda, marcou o 149º jogo narrado por Galvão em Copas. O Guinness World Records reconhece o feito como o maior número de transmissões de Copas pela televisão.
Ele disse ter ficado surpreso com o número e lembrou ter narrado 57 jogos da seleção em Copas. A marca reforça o status dele entre os grandes narradores da história.
Condições de trabalho nos estádios dos EUA
Durante a entrevista, Galvão criticou a infraestrutura de imprensa nos estádios norte-americanos. Comparou com 1994, quando os EUA sediaram o torneio, e apontou problemas de distância do campo e de espaço para a transmissão.
Segundo o narrador, a imprensa fica muito apertada, o que prejudica a operação de gravação e a transmissão ao vivo. Ele citou Nova Jersey e Filadélfia como os casos mais críticos, com Miami sendo apenas marginalmente melhor.
Preparação para a Copa de 2026
Sobre o atual ciclo, Galvão relatou ter feito fonoaudiologia, exercícios vocais e um tratamento respiratório com injeções. A edição de 2022 era anunciada como a última, mas a parceria com a NSports e o SBT levou a uma reconsideração.
Para 2026, ele afirma que o retorno narrando jogos não acontecerá e que, se atuar, será em função de um programa ou comentário diário. Não houve menção a novas narrativas em 2030.
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