- A Federação Uruguaia de Futebol não tem pressa para escolher o novo técnico após a saída de Marcelo Bielsa, com a decisão possivelmente postergada para depois das eleições da AUF em 2027.
- As eleições da Associação Uruguaia de Futebol estão previstas para março ou abril de dois mil e vinte e sete, o que pode influenciar o anúncio do técnico.
- Entre os nomes em análise, Marcelo Broli aparece como opção por ter histórico com a seleção e título mundial sub‑ vinte em dois mil e vinte e três.
- Diego Forlán, ex-atacante da seleção, disse que aceitaria trabalhar como treinador uruguaio caso seja procurado, mas ressaltou a preferência por solução local.
- A direção avalia um perfil que trate de um ciclo até a Copa do Mundo de dois mil e trinta, buscando evitar treinadores estrangeiros após a experiência com Bielsa.
O Uruguai não tem pressa para escolher o novo técnico após a eliminação na Copa do Mundo de 2026. A Federação Uruguaia de Futebol (AUF) anunciou que não pretende acelerar o processo e pode adiar a definição.
A saída de Marcelo Bielsa encerrou um ciclo, e a AUF avalia opções sem sinalizar um favorito. O contexto político influencia a janela de escolha, já que as eleições da AUF estão previstas para março ou abril de 2027.
Contexto atual
Especialistas apontam uma tendência de evitar treinadores estrangeiros após a passagem de Bielsa. O perfil desejado ainda está em discussão entre nomes nacionais e estrangeiros, com foco no ciclo até a Copa de 2030.
Entre os nomes mencionados, Marcelo Broli surge como opção por seu histórico com a seleção e o título mundial sub-20 de 2023, segundo a imprensa local.
Nomes e possibilidades
Paralelamente, já surgem interessados em dirigir a equipe. O ex-atacante Diego Forlán afirmou, em programa de TV, que aceitaria o convite caso a AUF o procure.
Forlán também destacou a preferência por um técnico uruguaio, condicionando a escolha a quem esteja disponível e em sintonia com o cenário nacional.
A AUF avalia o cenário com cautela, buscando um caminho que preserve o processo esportivo e o planejamento até 2030. A decisão deve considerar resultados, continuidade e investimento no futebol do país.
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