- Zé Roberto participou do quadro “Minha Primeira Copa” da GQ Brasil e relembrou bastidores da Seleção na França, em 1998, incluindo a convivência com ídolos como Romário, Taffarel, Rivaldo, Ronaldo, Roberto Carlos e Cafu.
- Ele conta que chegou à Copa com 23 anos, nervoso por atuar ao lado de ídolos e por ter de usar terno no desembarque, mas destacou a oportunidade de aprender com colegas de quarto, como Júnior Baiano.
- O episódio mais marcante da edição foi a convulsão de Ronaldo horas antes da final contra a França, que deixou o ambiente tenso e abalou emocionalmente o grupo.
- Zé Roberto afirma que, mesmo sem justificar a derrota por três a zero, a situação mental da equipe foi afetada e poderia ter influenciado o desempenho na decisão.
- Em 2002 ele ficou fora da convocação, o que lhe causou enorme frustração, mas retornou em 2006 como titular; hoje acompanha o desempenho da seleção com expectativa de um Hexa.
Zé Roberto relembra a Copa de 1998 e o episódio que ficou marcado na decisão contra a França. O ex-jogador narra bastidores da seleção, a convivência com ídolos e a convulsão que mudou o clima antes da final, em Paris, em julho daquele ano.
No quadro Minha Primeira Copa, da GQ Brasil, ele relembra a estreia direta na competição, a convivência com ídolos como Romário, Taffarel, Rivaldo, Ronaldo Fenômeno, Roberto Carlos e Cafu, além de dividir aprendizados com o colega de quarto Júnior Baiano.
O dia da final é o ponto alto da memória. Horas antes da bola rolar, Ronaldo sofreu uma convulsão na concentração e o ambiente mudou repentinamente. A cena abalou o grupo e elevou a tensão entre os atletas, que priorizaram a saúde do camisa 9.
Zé Roberto descreve o susto visto dentro do hotel e a gravidade da situação. O episódio, segundo ele, influenciou o ambiente emocional da equipe, ainda que não deva ser visto como justificativa para o 3 a 0 da França.
A carreira em Mundiais não parou por ali. Quatro anos depois, ele ficou fora da lista de Felipão para a Copa de 2002 e viu a temporada seguinte abrir caminho para um retorno em 2006, como titular. A experiência ampliou o foco em futuras Copas.
Hoje, com a proximidade de novas buscas pelo título, Zé Roberto mantém a visão de torcedor do Brasil. A expectativa é por uma performance consistente da seleção, sem entrar em julgamentos sobre acontecimentos passados.
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