- Zion Suzuki, goleiro do Parma, é uma das principais apostas da seleção japonesa na Copa do Mundo de 2026 e enfrenta o Brasil nesta segunda-feira, às 14h, em Houston.
- É o primeiro goleiro negro da história da seleção japonesa, marco ligado à mudança de perfil do futebol do país.
- Criado no Japão, passou pelas categorias de base do Urawa Reds e se profissionalizou ali; na temporada 2023/24 foi para o futebol europeu, defendendo o Parma, na Itália.
- Já enfrentou o Brasil em amistoso de outubro de 2025, quando o Japão venceu por 3 a 2; na Copa, encarou adversários brasileiros como Éderson Santos e Bremer.
- Superou racismo nas redes sociais após falhas na Copa da Ásia de 2024; sofreu fratura na mão esquerda em novembro de 2025 contra o Milan, passou por cirurgia e retornou ao titular.
Jovem goleiro japonês Zion Suzuki ganha destaque na Copa do Mundo de 2026, enfrentando o Brasil nesta segunda-feira, às 14h (horário de Brasília). O duelo acontece em Houston, valendo vaga nas oitavas. Suzuki surge como aposta de Hajime Moriyasu para frear Vini Jr. e companhia.
Nascido em Newark, Estados Unidos, ele é filho de mãe japonesa e pai ganês. Criado no Japão, tornou-se referência ao ser o primeiro goleiro negro da seleção japonesa, símbolo de mudanças no futebol do país. Sua trajetória inclui base no Urawa Reds e profissionalização no clube japonês.
Trajetória na Europa e disputas com brasileiros
Suzuki atuou na temporada 2023/24 pela Europa, defendendo o Parma, da Itália, tornando-se pioneiro na posição entre jogadores japoneses. Já enfrentou brasileiros neste Mundial, além de enfrentamentos com Éderson Santos, da Atalanta, e Bremer, da Juventus, em jogos recentes.
Desafios e superação
Aos 22 anos, Suzuki enfrentou críticas após falhas na Copa da Ásia de 2024 e ataques racistas nas redes sociais, levando-o a moderar comentários. Recuperou-se com atuações decisivas neste Mundial, destacando-se contra a Suécia e contribuindo para o avanço do Japão.
Obstáculos físicos e recuperação
Em novembro de 2025, sofreu uma fratura na mão esquerda, com lesão no osso escafoide e dedo médio, passando por cirurgia e afastamento de cerca de três meses. Retomou a titularidade tanto no Parma quanto na seleção japonesa, mostrando recuperação e continuidade no futebol.
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