- Taffarel chegou a chamar Alisson de “Pelé dos goleiros” e mantém a opinião, destacando reflexo, saída de bola e segurança.
- Juventus tenta tirar o goleiro do Liverpool, que não pretende vendê-lo; Alisson foi titular em 2018 e, em 2022, restaram apenas ele, Marquinhos, Casemiro e Vinicius Júnior para a seleção.
- O técnico Carlo Ancelotti afirma estar muito seguro com Alisson na Seleção e o vê como goleiro ideal aos 33 anos, destacando a experiência e a técnica.
- No Brasil, Ederson é reserva e Weverton, o terceiro goleiro; há desconfianças na imprensa e torcida em relação ao desempenho em Copas anteriores.
- Alisson é um dos pilares defensivos, cobra, orienta e tem foco no confronto contra a Noruega, visando manter entrosamento e sonhar com o hexa na próxima Copa.
Alisson Becker segue como peça central da seleção brasileira, reconhecido pela imprensa europeia e pela comissão técnica, apesar de críticas no Brasil. O goleiro atua pela Seleção desde 2018 e alcança 13 partidas em Copas, atrás apenas de ícones históricos. A Juventus mantém interesse, mas o Liverpool não pretende liberá-lo.
O treinador Carlo Ancelotti, presente na narrativa desde o período em que comandou o Real Madrid, elogia o arqueiro pela técnica, saída de bola e liderança em campo. Em declarações internas, o técnico destaca a importância de ter um goleiro com experiência de grandes jogos para o grupo.
Desempenho, confiança e competição interna
Alisson é apontado como titular absoluto nas últimas Copas. Ederson e Weverton compõem a hierarquia de reservas, mas ficam aquém do desempenho do titular. A comissão técnica ressalta a consistência do goleiro em jogos-chave e a influência positiva na defesa.
No aspecto técnico, Taffarel enfatiza que Alisson se destaca pela leitura de jogo e reflexos, sem ostentação. O preparador de goleiros também cita a eficácia na saída de bola com os pés, recurso valorizado pela comissão técnica.
A equipe brasileira enfrentará a Noruega, com destaque para o ataque adversário liderado por Haaland. As saídas de Alisson em cruzamentos serão cruciais para o resultado do confronto, segundo analistas próximos ao elenco.
Alisson reconhece a responsabilidade de manter o nível alto. Em Houston, após a vitória sobre o Japão, o goleiro ressaltou a importância da defesa e da entrosamento do time. O objetivo permanece o título mundial.
O próprio jogador vê esta Copa como uma possível última de sua carreira, aos 33 anos. O debate sobre a titularidade de 2030, com perspectiva de ter 37, é considerado por analistas, porém não altera o foco atual.
Ao longo do Mundial, Alisson manteve-se como referência para Ederson e Weverton. A adjunctiva do grupo aponta que o goleiro brilha na disciplina de treinamentos e na liderança dentro de campo.
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