- Ana Paula Oliveira afirmou que a anulação do gol da Croácia contra Portugal foi correta, após concluir que o toque do defensor português foi um desvio, não um controle deliberado.
- Ela explicou que o árbitro recorreu ao VAR para checar se o toque caracterizava jogar deliberado ou apenas desvio, o que mantém o impedimento.
- A análise citou dois toques na jogada: o da Croácia no meio da área e o toque do defensor português, que foi o desvio destacado.
- A comentarista destacou o uso da tecnologia de impedimento semiautomático para indicar o momento exato em que a bola toca o pé ou a cabeça do jogador.
- Segundo Ana Paula, o sensor mostrou os dois toques, ajudando a entender se o atacante estava em posição irregular no passe longo.
A Croácia teve o gol anulado nos minutos finais da partida contra Portugal. Segundo Ana Paula Oliveira, comentando no Fim de Papo, do Canal UOL, o toque do defensor português configurou um desvio, e não um controle deliberado da bola.
A jornalista destacou que a decisão envolveu avaliação no VAR para entender se houve jogada deliberada ou apenas desvio que manteria o impedimento. A análise considerou o lance como um desvio, mantendo o gol anulado.
Ana Paula explicou que a jogada teve dois toques relevantes e que a tecnologia de impedimento semiautomático auxilia a marcar o instante exato em que a bola toca o pé ou a cabeça do jogador. Ela ressaltou que o árbitro viu o lance subsequente no VAR.
Tecnologia e revisão
O comentário ressalta que o árbitro verificou o toque do defensor de Portugal e o subsequente, para confirmar se havia jogo deliberado ou apenas desvio. A leitura técnica indica como o sistema semiautomático sustenta a decisão tomada em campo.
A análise de Ana Paula aponta que o uso do sensor foi determinante para confirmar que o toque foi desvio e não controle, justificando a anulação do gol. A reportagem reforça a importância do protocolo na decisão final.
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