- Pierre Littbarski, campeão de 1990, critica o técnico Julian Nagelsmann após a eliminação para o Paraguai e sugere Pep Guardiola como substituto.
- Littbarski afirmou que Nagelsmann não deixou marca e que a seleção perdeu motivação para acompanhar os jogos, acusando o treinador de ter chegado ao cargo por falta de opção.
- O ex-jogador disse estar preocupado com o futuro da Alemanha, destacando a evolução do Japão e a queda da equipe nacional.
- Sobre o substituto, Littbarski disse que Pep Guardiola seria a opção mais ousada, apresentando Klopp como alternativa apenas por falta de opções.
- Oliver Kahn, ex-goleiro, defende Nagelsmann e aponta que não é o único culpado; a federação ainda não decidiu o futuro do treinador, e Nagelsmann foi convidado a se demitir, segundo a Sky Sports.
Pierre Littbarski, campeão mundial pela Alemanha em 1990, voltou a criticar o técnico Julian Nagelsmann após a eliminação precoce da seleção para o Paraguai neste mundial. Em entrevista ao Bild, o ex-jogador defendeu Pep Guardiola como substituto ideal e afirmou ter perdido a motivação de acompanhar a Alemanha desde a queda de rendimento.
Littbarski acusou Nagelsmann de não deixar marca e classificou a passagem recente como tristeza para a torcida. Segundo ele, o treinador só chegou ao cargo por falta de opções e deveria ter considerado a renúncia após a derrota contra o Paraguai. O ex-jogador também criticou o esquema tático usado na Eurocopa de 2024.
O ex-jogador alemão também apontou o acordo entre gerações e a necessidade de renovação. Em comparação com o Japão, que segundo ele evoluiu rapidamente, a Alemanha estaria em queda, afirmou Littbarski. Sobre o futuro da equipe, indicou Guardiola como solução para trazer novidade ao plantel.
Oposição a Nagelsmann ganha apoio
Já Oliver Kahn, ex-goleiro e vice-campeão mundial, rebateu a ideia de que Nagelsmann seria o principal culpado. Em post no LinkedIn, o ídolo do Bayern destacou que a repetição de falhas aponta para questões mais profundas, envolvendo a responsabilidade individual dos jogadores.
Kahn ressaltou que o elenco alemão tem talento, mas ainda precisa de confiança para decidir momentos decisivos. Ele lembrou que já demitiu Nagelsmann no passado como dirigente do Bayern, destacando a mudança para Thomas Tuchel como exemplo de decisão institucional.
A Federação Alemã de Futebol não confirmou a decisão sobre o futuro do treinador. Segundo a Sky da Alemanha, houve indicação de que Nagelsmann seria convidado a deixar o cargo, mas a posição oficial ainda não foi anunciada.
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