- Durante a Copa do Mundo, o toque na bola foi detectado por um sensor inercial embutido na bola, responsável pela marcação de impedimento semi-automatizado.
- Aos 57 minutos do segundo tempo, Gvardiol cabeceou para empate, mas o lance foi anulado após análise do VAR com base no toque detectado pelo sensor.
- O gol anulado mantinha Portugal na liderança por 2 a 1 nas oitavas de final contra a Croácia, em Toronto.
- A tecnologia, chamada Connected Ball Technology, envia dados 500 vezes por segundo para determinar o exato momento do toque e auxiliar o impedimento.
- A Adidas introduziu essa tecnologia no Mundial de 2022, com uso ampliado na Copa do Catar e na Eurocopa de 2024, ainda sem adoção pela liga brasileira.
Foi aos 57 minutos do segundo tempo que aCroácia viu reduce a chance de empate contra Portugal na Copa do Mundo, em Toronto. Gvardiol cabeceou para marcar, mantendo 2 a 1 para os portugueses no que seria o último lance da partida. O lance gerou acalorada análise de VAR.
A dúvida central era se houve toque de Matanovic na bola durante a jogada que levou Pasalic a finalizar, em posição legal. Os árbitros não chegaram a concluir com clareza o que aconteceu e acionaram a tecnologia para decisão.
A tecnologia que pesou na decisão
A Adidas instalou na bola um sensor inercial de 500Hz, formando a CBT, ou Connected Ball Technology. O sistema cruza dados de posição com IA para apontar o momento exato de toque. O objetivo principal é acelerar e tornar mais preciso o impedimento semiautomatizado.
A tecnologia já foi testada no Catar, em 2022, quando Cristiano Ronaldo contestou um toque em cruzamento, mas a FIFA informou não ter registro de batimento na bola. Em 2024, a UEFA utilizou o recurso na Eurocopa; o Brasileirão ainda não adotou o sensor de movimento.
A repercussão do recurso no placar dividiu opinões. Portugal comemorou a precisão da ferramenta, enquanto a Croácia questionou o lance. O momento pode ter alterado a classificação para as oitavas de final, mantendo Portugal na dianteira.
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