- Ødegaard é o cérebro da Noruega, com três assistências e presença constante na criação de jogadas, liderando a seleção na Copa do Mundo e no caminho pelo título europeu.
- O meia reencontra Carlo Ancelotti, treinador que, segundo o próprio técnico, nunca pediu a sua contratação pelo Real Madrid.
- Brasil e Noruega duelam nas oitavas de final da Copa do Mundo, no MetLife Stadium, em Nova Jersey, no domingo, 5 de julho.
- Historicamente, o Brasil não vence a Noruega em quatro confrontos no futebol masculino, com duas vitórias norueguesas e dois empates; o episódio mais lembrado é a vitória da Noruega por 2 a 1 em 1998.
- Ødegaard encara o desafio de enfrentar Vinícius Júnior e tenta ampliar o tabu, enquanto a Noruega busca avançar às quartas.
Martin Ødegaard, campeão pela Arsenal, volta a encontrar Carlo Ancelotti em um duelo de oitavas de final que envolve revanche, tabu histórico e uma vaga nas quartas da Copa do Mundo. Norueguês vive momento de destaque e lidera a geração que recoloca a Noruega no radar global.
Em campo, Ødegaard é o cérebro da Noruega, com três assistências e participação direta em gols em jogos da equipe nesta Copa. Ao lado de Vinícius Júnior, ele encara um desafio que reúne história, emoção e a chance de eliminar o Brasil.
Duelo e contexto
No próximo domingo, 5 de julho, Brasil e Noruega duelam no MetLife Stadium, em Nova Jersey. A partida define quem avança às quartas de final da Copa do Mundo.
O confronto leva Ødegaard a enfrentar Ancelotti, técnico que, na passagem pelo Real Madrid, não apostou nele. O encontro também coloca frente a frente Vinícius Júnior e o treinador que o revelou mais tarde.
Desempenho histórico e expectativa
Historicamente, o Brasil não venceu a Noruega em quatro encontros masculinos, com duas vitórias norueguesas e dois empates. O duelo mais destacado ocorreu na Copa de 1998, quando a Noruega venceu por 2 a 1 na fase de grupos.
Ødegaard já destaca o peso da partida, citando a história entre as seleções e a oportunidade de superar o próprio tabu. O duelo é visto como teste para a primeira linha de ataque brasileira e para a capacidade tática da Noruega.
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