- Senegal foi eliminado na Copa do Mundo na fase de 32 após derrota por Bélgica, por 3 a 2, mesmo abrindo 2 a 0 no placar.
- O resultado evidenciou um racha na seleção e levou o jogador Pape Gueye a afirmar que vai dar um tempo na equipe enquanto a comissão técnica permanecer.
- Gueye ficou no banco contra o Iraque, entrou e marcou dois gols, retornando como titular contra a Bélgica, mas foi substituído no segundo tempo.
- O técnico Pape Bouna Thiaw recebeu duras críticas da imprensa local, foi defendido pelo próprio, que cita cansaço dos jogadores e mudanças necessárias; ele assinou novo contrato, mas segue suspenso por ter retirado a equipe de campo na final da Copa Africana de Nações, em janeiro.
- Potenciais desdobramentos incluem a possível despedida de Kalidou Koulibaly, se encerrarem ou não contratos; Idrissa Gana Gueye pode permanecer caso o Senegal vença recurso no Tribunal Arbitral do Esporte; a próxima Copa Africana de Nações está marcada para o ano seguinte na África Oriental, com Sadio Mané ainda em dúvida sobre o futuro.
O Senegal foi eliminado da Copa do Mundo após derrota por 3 a 2 para a Bélgica na fase de 32 seleções. Os sul-americanos abriram 2 a 0, mas sofreram virada na prorrogação, com pênalti marcado com auxílio do VAR no fim da partida.
A derrota evidencia um racha interno. O meia Pape Gueye informou, nas redes, que não atuará sob o comando de Pape Bouna Thiaw enquanto a comissão técnica permanecer no cargo.
No duelo, Gueye atuou como titular contra a Bélgica, após ter entrado no segundo tempo diante do Iraque. O episódio ampliou a tensão entre jogadores e direção técnica.
A imprensa senegalesa repercutiu o que classificou como colapso estratégico e falhas de gestão de elenco de Thiaw. O treinador afirmou que algumas opções táticas foram necessárias por cansaço dos atletas.
Thiaw assinou novo contrato antes da Copa, com salários atrasados, mas foi suspenso por ter retirado a equipe de campo na final da Copa Africana de Nações, em janeiro. O período atual o coloca sob pressão por nove meses.
Apoio ao capitão Kalidou Koulibaly pode se encerrar após 105 partidas pela seleção, com a próxima Copa Africana de Nações a um ano. O zagueiro teve atuação irregular nas primeiras partidas da fase de grupos.
A possibilidade de continuidade de Idrissa Gana Gueye depende de resultados judiciais para recuperar o título da CAN, caso o recurso seja favorável. A competição de 2025 ocorrerá com Quênia, Tanzânia e Uganda.
A perspectiva de renovação envolve também Sadio Mané, que tem sido frequentemente relacionado ao retorno à seleção, caso as mudanças administrativas sejam resolvidas. A reportagem utiliza informações da Reuters.
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