- Keisuke Honda, ex-Botafogo, se ofereceu para treinar o Japão por um ano após a eliminação para o Brasil na Copa do Mundo de 2026.
- Em publicação no X, ele afirmou aceitar o desafio e disse que pode ser demitido se não conquistar a Copa da Ásia.
- Masakuni Yamamoto, diretor técnico da federação japonesa, elogiou o talento de Honda, mas não confirmou quem assume ou se Moriyasu fica.
- Honda, aos 40 anos, atua como comentarista da NHK na Copa e recentemente fechou com o Jurong, de Singapura.
- O futuro de Hajime Moriyasu é incerto: o contrato dele vence no fim deste mês e não houve anúncio oficial de renovação; ele dirige a seleção desde 2018, com mais de 100 partidas.
O ex-jogador Keisuke Honda se ofereceu para treinar a seleção do Japão após a derrota para o Brasil na Copa do Mundo de 2026. A oferta foi feita publicamente nas redes sociais, mirando um mandato de um ano para o cargo.
Honda, que tem 40 anos, afirmou que aceitaria o desafio mesmo diante de uma possível demissão se a equipe não obtivesse a Copa da Ásia. A declaração ocorreu pouco depois da eliminação japonesa. Ele destacou estar aberto a testar suas ideias por um curto período.
Horas após a publicação, Masakuni Yamamoto, diretor técnico da Federação Japonesa de Futebol, reconheceu o potencial de Honda, mas não confirmou mudanças no comando nem quem ocuparia o cargo. A resposta enfatizou a seriedade do assunto e a consideração do têm.
Honda continua ativo no futebol, atuando como comentarista da NHK durante a Copa e recentemente assinou com o Jurong, de Singapura, retornando ao campo após um hiato. Ele disputou 98 jogos pela seleção entre 2008 e 2018, com participações nas Copas de 2010, 2014 e 2018.
O futuro técnico da seleção japonesa permanece incerto. O contrato de Hajime Moriyasu vence no fim deste mês, e a Federação Japonesa ainda não informou planos de renovação. Moriyasu está no cargo desde 2018, com mais de 100 partidas comandando a equipe.
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