- A UEFA não vai adotar a Lei Vini Jr., que obriga expulsão de jogador que cobrir a boca com a mão em discussões em campo.
- A regra foi criada pela FIFA para a Copa do Mundo de 2026 e já resultou na expulsão de dois jogadores.
- Na prática, a UEFA acredita que nem todo caso exige expulsão, apenas em situações de claro confronto entre atletas de times diferentes.
- A Lei foi criada após o brasileiro Vini Jr. acusar o argentino Prestianni de racismo; com a mão na frente da boca, não foi possível identificar o que foi dito.
- O episódio ocorreu em jogo da Champions League, disputado sob a supervisão da UEFA.
A UEFA informou que não adotará a Lei Vini Jr., regra criada durante a Copa do Mundo de 2026 que obriga o árbitro a expulsar quem cobrir a boca com a mão em discussões em campo.
A medida foi implementada pela FIFA para o Mundial seguinte e já provocou expulsões de dois jogadores. A UEFA sustenta que nem todo caso exige expulsão, apenas em situações de claro confronto entre atletas de times diferentes.
Mudança de abordagem na UEFA
O episódio envolvendo Vini Jr., atacante brasileiro, e Prestianni, argentino, ocorreu em jogo da Champions League. A acusação de racismo foi feita pelo brasileiro; a mão na frente da boca impediu a identificação do que teria sido dito. A UEFA afirma que a aplicação pode variar conforme o contexto do confronto.
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