- Martin Odegaard, criativo da seleção da Noruega, encara o Brasil nas oitavas da Copa do Mundo, domingo, às dezessete horas (horário de Brasília).
- No Real Madrid, ele ficou sob a sombra de Carlo Ancelotti, recebendo poucas oportunidades antes de ser emprestado.
- Entre empréstimos, atuou no Heerenveen e no Vitesse, consolidando-se na Liga holandesa e chamando a atenção de clubes maiores.
- Em 2019 retornou ao Real Madrid, mas teve nova passagem curta; acabou indo ao Arsenal, onde foi adquirido por quarenta milhões de euros.
- Hoje, atua como referência no meio-campo do Arsenal e já soma cento e cinquenta e três jogos pelo clube, com quarenta e três assistências; na Noruega, já contabiliza 71 partidas, com cinco gols e vinte e um assistências.
Martin Odegaard, hoje peça central da seleção da Noruega, enfrenta o Brasil nas oitavas da Copa do Mundo neste domingo. Aos 27 anos, ele chegou a atuar no Real Madrid sob o comando de Carlo Ancelotti, em um caminho de altos e baixos que moldou sua carreira até o Arsenal.
A trajetória no Real Madrid começou em 2015, quando o técnico italiano era autoridade no clube. Aos 17 anos, Odegaard recebia poucas oportunidades na equipe principal, enquanto a imprensa internacional acompanhava de perto seu desempenho.
A primeira temporada dele no Real teve apenas uma participação pelo time principal, em jogo da liga. Ancelotti defendia que havia oito concorrentes por uma posição no meio-campo, o que explique o pouco tempo de jogo.
A edição do treinador italiana em 2015 ainda gerou relatos de decisões de marketing ao aproveitar a contratação. Em seguida, a chegada de Rafa Benítez não alterou o cenário, e Zidane passou a abrir espaço ao jovem.
Entre 2015 e 2019, Odegaard rodou por empréstimo no Heerenveen e no Vitesse, na Holanda, ganhando consistência. Em 2019, a Real Sociedad sinalizou retorno à Liga, elevando seu nível em campo.
No País Basco, ele teve destaque: sete gols e nove assistências em 36 jogos. Em 2020, retornou ao Real Madrid, sob o comando de Ancelotti, mas disputou apenas nove partidas.
Segundo relatos públicos, Ancelotti justificou as poucas oportunidades pela concorrência interna. O técnico disse que havia oito jogadores disputando cada posição, abrindo portas para empréstimos.
Odegaard foi emprestado ao Arsenal, em 2021, e, após seis meses, o clube inglês comprou o atleta por cerca de 40 milhões de euros. Hoje, ele é referência no meio-campo do atual campeão da Premier League.
Na seleção da Noruega, Odegaard já soma mais de 70 partidas desde a estreia, com gols e assistências relevantes. No Mundial, já tem três assistências em três jogos na campanha pelo TOP 16.
O confronto de domingo coloca diante do Brasil, vice-campeão do torneio, o até aqui destaque norueguês. A partida ocorre no horário de Brasília, com expectativa de leitura tática e participação decisiva de Odegaard.
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