- A Uefa decidiu não aplicar a chamada Lei Vini Jr nas competições oficiais: Champions, Liga Europa e Liga Conferência.
- A regra, adotada pela Fifa para a Copa do Mundo de 2026, prevê expulsão por atitude de cobrir a boca durante discussões em campo.
- O presidente da Uefa, Aleksander Čeferin, foi um dos opositores da norma, argumentando que ela pode ferir a liberdade de expressão dos atletas.
- A aplicação da norma ficou restrita à Copa do Mundo de 2026, já com casos em que jogadores foram expulsos.
- O episódio que intensificou o debate envolveu Gianluca Prestianni cobrindo a boca para insultar Vini Jr. em jogo da Champions; Subsequentemente, Miguel Almirón e Piero Hincapié receberam expulsões na Copa.
A Uefa decidiu não aplicar a chamada Lei Vini Jr nas suas competições oficiais. A norma, que pune com expulsão atitudes de cobrir a boca durante o jogo, não valerá para a Champions, Liga dos Campeões, Liga Europa e Liga Conferência. A posição vai na contramão da regra adotada pela Fifa para a Copa do Mundo de 2026.
A decisão reforça a divergência entre as duas entidades sobre o tema. O presidente da Uefa, Aleksander Čeferin, foi um dos principais críticos da norma durante as discussões com a IFAB, argumentando que a regra pode limitar a liberdade de expressão dos jogadores.
A polêmica surgiu em fevereiro, durante um jogo da Champions, quando Gianluca Prestianni, do Benfica, cobriu a boca ao proferir insultos raciais a Vini Jr. O incidente acelerou o debate que levou à adoção de uma regra específica pela IFAB e pela Fifa.
Divergência entre UEFA e FIFA
A aplicação da norma, com expulsão, ficou restrita à Copa do Mundo de 2026, onde já houve punições. No Mundial, o paraguaio Miguel Almirón foi expulso por esse motivo, na fase de grupos, seguido pelo defesa Piero Hincapié, do Arsenal, na eliminação do Equador para o México.
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