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Empresário antecipa acordo com o Vasco, mas negociação trava nos bastidores

Negócio entre Vasco e Fernando Seabra fica travado nos bastidores após o Coritiba exigir liberação à vista de cerca de R$ 4 milhões pela rescisão

Club Vasco da Gama (Foto: Matheus Lima/CRVG)
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  • Vasco e Fernando Seabra estavam próximos de um acordo, com contrato previsto até dezembro de dois mil e vinte e sete.
  • O treinador de quarenta e oito anos receberia valorização salarial de cerca de três vezes o que recebia no Paraná, embora abaixo do que recebia o antecessor Renato Gaúcho.
  • Seabra deveria chegar ao Rio de Janeiro nesta sexta-feira, acompanhado por uma comissão técnica de quatro membros.
  • A negociação esbarrou nas condições do Coritiba, que só liberaria a saída mediante pagamento integral da cláusula de rescisão, estimada em cerca de R$ quatro milhões, à vista.
  • O Vasco tentou dividir o pagamento da multa em três parcelas para reduzir o impacto financeiro, mas o clube paranaense manteve a exigência do depósito imediato.

O que aconteceu: o empresário Hugo Magalhães publicou nas redes sociais uma foto ao lado do técnico Fernando Seabra, sugerindo acordo com o Vasco na madrugada de quinta. A imagem alimentou a leitura de um acerto já encaminhado.

Quem está envolvido: Vasco, Fernando Seabra e o Coritiba, clube detentor dos direitos do treinador. Hugo Magalhães atua como representante na negociação. Seabra era aguardado no Rio de Janeiro para receber a confirmação.

Quando e onde: a reunião decisiva ocorreu na quarta-feira, no Rio de Janeiro. A confirmação pública parecia iminente, com Seabra previsto para chegar nesta sexta, acompanhado por uma comissão técnica de quatro integrantes.

Contratos e condições: o projeto previa contrato válido até dezembro de 2027, com valorização salarial próxima de três vezes o que recebia no Paraná. Ainda assim, a remuneração seria inferior à de Renato Gaúcho.

Desdobramentos: o entrave ficou com a exigência do Coritiba de pagamento integral da cláusula de rescisão, estimada em cerca de 4 milhões de reais, à vista. O Vasco desejava parcelar o valor em três parcelas.

Desfecho parcial das tratativas: o empresário participou das negociações com o objetivo de reduzir o impacto financeiro, mas o Coritiba manteve a posição de depósito imediato, sem flexibilização.

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