- A Fifa derrubou o transfer ban do Botafogo relacionado à dívida com o atacante Artur, em recuperação judicial.
- A pendência envolve três parcelas não pagas, totalizando 5,7 milhões de euros (R$ 34,1 milhões); cada parcela vale 1,9 milhão de euros (R$ 11,4 milhões).
- O clube havia sido punido a quitar esses valores ao Zenit (Rússia) até o fim de maio deste ano.
- O Artur foi contratado no ano passado para substituir Luiz Henrique, hoje emprestado pelo São Paulo.
- Além do caso do Botafogo, outra dívida teve o ban derrubado recentemente com o Atlanta United; o contrato do meio-campo Thiago pelo clube ocorreu por valores superiores a US$ 20 milhões.
- Ainda existem cinco outras punições em aberto contra o Botafogo, envolvendo jogadores como Rwan Cruz, Santi Rodríguez, Lucas Villalba e Jordan Barrera, além de multas administrativas não pagas.
Nesta sexta-feira (03), a FIFA derrubou o transfer ban aplicado ao Botafogo em decorrência de dívida com o atacante Artur. O clube, em recuperação judicial, teve a pendência suspensa pela entidade, enquanto busca regularizar outros pagamentos. A dívida envolve três parcelas de 1,9 milhão de euros, somando 5,7 milhões de euros (cerca de R$ 34,1 milhões). A obrigação era para o Zenit, da Rússia.
Artur foi contratado pelo Botafogo no ano passado para substituir Luiz Henrique, que está emprestado ao São Paulo. O empréstimo envolvendo o jogador brasileiro envolve também o vínculo anterior entre o atacante e o clube paulista, que cedeu o atleta na temporada anterior.
A suspensão do banimentos não encerra a situação financeira do clube. Ainda segundo a FIFA, o Botafogo possui outras punições em aberto, incluindo cinco atletas citados em diferentes regimes de sanção: Rwan Cruz, Santi Rodríguez, Lucas Villalba e Jordan Barrera, além de outras multas administrativas não pagas.
A FIFA já havia derrubado, na última segunda-feira, outro transfer ban, relacionado a uma dívida de Atlanta United, dos Estados Unidos. Em 2024, o Botafogo também foi alvo de negociações de alto valor ligadas ao meio-campo Thiago, adquirido por valores superiores a US$ 20 milhões.
Apesar de reconhecer a recuperação judicial, o Mais Tradicional continua sob o efeito de sanções diversas, que afetam o planejamento esportivo e financeiro do clube até a quitação integral das pendências.
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