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Jogador canadense compara o Marrocos a Golias e diz ser a oportunidade desejada

Canadá disputa as oitavas pela primeira vez e enfrenta o “Golias” Marrocos, buscando manter desempenho e chegar mais longe no Mundial

Alistair Johnston, jogador do Canadá — Foto: Reuters/Kirby Lee
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  • O Canadá enfrenta o Marrocos nas oitavas de final da Copa do Mundo pela primeira vez na história, em jogo marcado para as 14h (horário de Brasília) no Estádio de Houston, nos Estados Unidos.
  • Será o segundo encontro entre as seleções em Copas, mas o primeiro em mata-mata; em 2022 o Marrocos venceu por 2 a 1 na fase de grupos.
  • Alistair Johnston, lateral do Canadá, destacou a experiência adversária e disse que o jogo representa a oportunidade aguardada pela equipe.
  • O técnico Jesse Marsch valorizou a defesa sólida do Canadá e apontou o ataque do Marrocos como desafio, ressaltando a mobilidade e a organização dos marroquinos, incluindo Hakimi.
  • Marsch também comentou o foco total do grupo em cada partida e brincou, de forma descontraída, sobre pagar as cervejas ao terminar o torneio.

O Canadá enfrenta o Marrocos neste sábado (4) pela primeira oitava de final de Copa do Mundo. A partida acontece às 14h (horário de Brasília) no Estádio de Houston, nos Estados Unidos, em confronto direto pela vaga nas quartas. Os canadenses buscam vencer para seguir no torneio.

Será o segundo duelo entre as seleções em Copas, e o primeiro em mata-mata. Em 2022, Marrocos venceu por 2 a 1 no grupo. A equipe canadense chega confiante após a preparação, conforme afirmou o lateral Alistair Johnston, que destacou o valor do adversário e a oportunidade histórica.

O treinador Jesse Marsch participou da coletiva e enfatizou o foco do elenco em cada jogo, mantendo tom objetivo. Ele disse que a equipe é exigente consigo mesma, busca performance constante e quer sair de campo com a cabeça erguida, independentemente do tempo de jogo.

Análise e foco tático

Jesse Marsch sinalizou a importância da defesa sólida frente ao ataque marroquino, considerado perigoso em bolas paradas e em transições rápidas. A mobilidade do meio-campo marroquino foi destacada como chave para o desafio, com Hakimi atuando como segundo atacante.

O comandante canadense elogiou a organização coletiva do oponente, apontando que o time de Marrocos ocupa bem os espaços e tem flows de passes que criam cruzamentos e oportunidades. A avaliação aponta que o equilíbrio entre defesa e transição pode definir o duelo.

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