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Onda de calor é o rival que o Brasil não pode driblar, segundo Ancelotti

Calor extremo acompanha treino da seleção em Nova Jersey, levando comissão médica a ampliar monitoramento e hidratação, com melhora prevista para domingo

Goleiro Ederson passa protetor solar diante do sol forte em treino da seleção brasileira
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  • A seleção brasileira treina em Nova Jersey sob calor intenso, com temperaturas de até 40°C e sensação térmica de 45°C.
  • Segundo o AQI, a região de Nova York e Nova Jersey ficou entre as dez mais quentes do planeta na última quinta, com previsão de repetição na sexta.
  • Os treinamentos ocorrem às 11h ao ar livre, mesmo com o calor, sem mudança de horário para não desregular a rotina de concentração e recuperação.
  • A comissão técnica mantém o cronograma e reforça hidratação e monitoramento individual, lembrando a experiência de Carlo Ancelotti em 1994 com calor nos Estados Unidos.
  • A perspectiva é de melhora gradual para domingo, data da oitava de final contra a Noruega; o Japão, na fase anterior, atuou em estádio climatizado, diferente do atual cenário ao ar livre.

A seleção brasileira enfrenta uma onda de calor incomum durante a preparação para a Copa do Mundo no verão do hemisfério norte. Em Nova Jersey, os treinamentos seguem no horário matutino, mesmo com temperaturas que chegam a 40ºC e sensação térmica próxima a 45ºC.

Segundo dados do AQI, a região de Nova York e Nova Jersey ficou entre as áreas mais quentes do planeta na quinta-feira, e a previsão indica repetição na sexta. Autoridades enviaram alertas por celular; painéis rodoviários alertaram para os riscos da exposição ao calor.

O calor deixou a programação sob pressão. Os treinos acontecem às 11h, quando as temperaturas já são elevadas, sem mudanças de horário para evitar impactos na rotina da delegação. A comissão técnica considera que alterações poderiam prejudicar o rendimento.

Carlo Ancelotti relembra experiências anteriores ao planejar a Copa. O técnico brasileira recorda o 1994, quando viu jogadores “derreterem” no calor americano. Sonhava com a Costa Oeste, porém o sorteio dos grupos tornou isso inviável.

A estratégia adotada envolve cuidado médico contínuo. A comissão intensificou o monitoramento individual, reforçou a hidratação e acompanha as respostas de cada atleta. Em Houston, na estreia de oitavas contra o Japão, o calor foi mitigado pelo estádio climatizado.

Calor e treinos

Mesmo em Nova Jersey, a equipe segue treinando ao ar livre, sem o alívio de um ambiente climatizado. A preparação segue com atenção aos impactos físicos, aliando hidratação, recuperação e ajustes conforme necessidade.

Desdobramentos para a Copa

A boa notícia é a previsão de melhora. Domingos, o clima deve ficar mais ameno, com temperaturas próximas de 30ºC. A equipe encara a oitava de final contra a Noruega, mantendo a expectativa de condições menos extremas comparadas aos dias recentes.

Fonte das informações permanece vinculada à cobertura da delegação e a autoridades da região. O objetivo é manter a transparência sobre como o calor influencia a rotina de treino e o planejamento para o Mundial.

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