- Brasil enfrenta a Noruega nas oitavas da Copa do Mundo de 2026 neste domingo, às 17h (de Brasília), em Nova Jersey, buscando a primeira vitória contra os noruegueses na história.
- Bruno Guimarães ressalta que o jogo terá uma pressão extra para quebrar o tabu histórico diante dos europeus.
- O volante afirma que a Noruega tenta jogar a responsabilidade para cima da seleção brasileira; ele diz que o confronto será disputado.
- O tabu negativo serve como motivação para escrever a história do Brasil no torneio, segundo o jogador.
- Bruno Guimarães é o brasileiro com maior distância percorrida na Copa até agora, com 44,4 quilômetros, e representa o meio-campo do Newcastle.
Bruno Guimarães afirmou que o Brasil entra em campo ainda mais motivado para enfrentar a Noruega nas oitavas de final da Copa do Mundo de 2026. o duelo acontece neste domingo, 5 de julho, às 17h (horário de Brasília), em Nova Jersey, com a equipe brasileira buscando sua primeira vitória diante dos noruegueses.
O volante destacou que o rival tenta jogar a pressão para cima do Brasil, e que o confronto será decidido dentro de campo, entre 11 jogadores de cada side. ele entende que a Noruega tem qualidades como alto, jogo de cruzamentos e intensidade, e reforça a necessidade de preparo e atenção.
Além da vaga nas quartas, o histórico negativo diante da Noruega serve como combustível para o time brasileiro. o objetivo é quebrar o tabu e escrever uma página importante na história do futebol do Brasil, conforme apontado pelo jogador.
Motivação extra para quebrar tabu
O retrospecto negativo entre Brasil e Noruega alimenta a confiança da seleção brasileira para o confronto decisivo. a equipe busca encerrar um longo jejum sem vitória em confrontos contra os europeus, em partidas oficiais e amistosas.
Bruno também comentou um dado interessante da Copa: ele já aparece como o jogador brasileiro com mais quilômetros percorridos na competição, com 44,4 km. o meio-campista do Newcastle afirmou que costuma impor esse ritmo e que está pronto para repetir a entrega em campo.
A atuação na Copa anterior foi reconhecida como aprendizado. Bruno admitiu que não rendeu ao seu potencial naquela edição e que a experiência serviu para chegar mais preparado ao Mundial de 2026, com a meta de contribuir de forma decisiva diante da Noruega.
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