- O Brasil enfrenta a Noruega neste domingo, às 17h, pelas oitavas da Copa do Mundo, em busca do hexa.
- Levantamento da Quaest indica que a confiança na conquista do título atingiu o maior patamar desde abril de 2023, com 56% dos brasileiros otimistas.
- O índice subiu de 42% em maio de 2025 para 56% em junho de 2026, após queda para 28% em 2024.
- A melhora é atribuída ao desempenho do time, à chegada de Carlo Ancelotti, à sequência de vitórias e ao impulso gerado pela Copa.
- A pesquisa foi encomendada pela Brahma, realizada com 2 mil brasileiros entre 25 e 26 de junho de 2026, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais.
O Brasil enfrenta as oitavas de final da Copa do Mundo neste domingo, 5, às 17h, contra a Noruega. A partida acontece no estádio escolhido pela organização, com o time brasileiro buscando avançar no torneio. A expectativa é alta entre torcedores que veem o hexa como possível conquista.
A pesquisa foi realizada pela Quaest, encomendada pela Brahma, até o fim da fase de grupos. Indica que a confiança no sexto título mundial atingiu o maior patamar desde abril de 2023. O índice de otimismo vem se recuperando após quedas ao longo de 2024 e 2025.
Segundo o estudo, 56% dos brasileiros acreditam na vitória do Brasil no Mundial, ante 42% em maio, indicando um crescimento de 14% em pouco mais de dois meses. A queda anterior pegou 2024 e o início de 2025, com maior descrença no hexa.
A mudança de clima envolve o comando técnico com a chegada de Carlo Ancelotti, a sequência de vitórias da equipe e o ansiado retorno da confiança do torcedor. O otimismo também ganhou força durante a Copa, não apenas no calendário esportivo.
O levantamento aponta que o impulso é puxado principalmente pela Geração Z e pelo público masculino. Entre 18 e 24 anos, o otimismo alcança 80%, especialmente entre jovens que não acompanharam a conquista do penta em 2002.
Entre os homens, a confiança subiu de 40% em maio de 2025 para 60% em junho de 2026. Entre as mulheres, a confiança também cresceu, de 44% para 51%, ultrapassando pela primeira vez a descrença, que caiu de 56% para 49%.
A metodologia envolveu 2.000 brasileiros maiores de 18 anos, entre 25 e 26 de junho de 2026. Utilizou entrevistas presenciais e coleta digital, com margem de erro de 2,2 pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
O estudo aponta ainda que o recorte por idade revela maior otimismo entre jovens, com ampla adesão entre quem não vivenciou outras finais de peso na história do futebol do país. A partir dos dados, o cenário é de retomada de entusiasmo entre a torcida.
A Quaest ressalta que o momento de Copa do Mundo funciona como um motor cultural, capaz de elevar o engajamento e transformar percepções de torcedores de diferentes gerações. O relatório integra dados com a percepção de mercado.
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