- A Fifpro divulgou um comunicado denunciando abusos presenciais e online contra jogadores durante a Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, Canadá e México.
- O texto aponta um padrão crescente de violência verbal e discriminação, muitas vezes de natureza racista, especialmente após eliminações; o protesto da Federação Holandesa ocorreu após a derrota para o Marrocos nos pênaltis.
- A Fifpro pede um compromisso coletivo de segurança envolvendo autoridades, plataformas digitais, veículos de mídia, torcedores e a sociedade para melhorar condições de saúde e bem‑estar dos atletas.
- Em junho de 2026, a Fifpro firmou acordo com a FIFA válido até 2031 para ampliar a cooperação; a entidade reúne cerca de 70 associações nacionais e representa aproximadamente 65 mil jogadores.
- A nota reforça que abusos não devem fazer parte do esporte e aponta encaminhamentos para a Plataforma Global de Diálogo Social, presidida pela FIFA, no âmbito do grupo de saúde e segurança dos jogadores.
A FIFPRO divulgou um comunicado alertando para abusos contra jogadores durante a Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, Canadá e México. A entidade ressalta um padrão crescente de ataques e cobra compromisso público e privado para melhorar saúde e segurança dos atletas.
O documento destaca casos de violência verbal e discriminação ocorridos em ambientes presenciais e virtuais, principalmente após partidas decisivas e eliminações. A Fifpro cita ataques com cunho racista e lembra riscos físicos da competição. A denúncia segue protesto da Federação Holandesa.
A nota aponta como a Copa do Mundo é o torneio mais lucrativo do futebol, movido pelo esforço dos atletas. Convida forças de segurança, plataformas digitais, veículos de mídia, torcedores e sociedade a unir esforços contra os abusos.
Em junho de 2026, a Fifpro firmou acordo com a Fifa para ampliar a cooperação, válido até 2031. A organização reúne cerca de 70 associações nacionais e representa aproximadamente 65 mil jogadores ao redor do mundo.
Abrangência e objetivo
A FIFPRO considera necessário monitoramento e ações mais rigorosas para coibir abusos no pós-jogo, em coberturas de veículos de comunicação e em redes sociais. O objetivo é evitar que ataques ocorram como parte do ambiente do futebol.
Medidas propostas
A entidade solicita consequências significativas para responsáveis e um esforço conjunto de autoridades, plataformas e público. Também pretende levar o tema à Plataforma Global de Diálogo Social, em parceria com a FIFA, para saúde e segurança dos jogadores.
A FIFPRO reforça a necessidade de proteção contínua aos atletas, destacando que o cuidado com a dignidade e o bem-estar não pode depender de mudanças espontâneas no comportamento de diferentes atores.
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