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Gabriel Sá diz que Marrocos é a seleção africana mais forte

Analista afirma que a geração marroquina é a mais forte da história, fortalecida por scout, jogo mais técnico e projeto de médio prazo

Azzedine Ounahi do Marrocos comemora gol marcado contra o Canadá
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  • O comentarista Gabriel Sá afirmou no Fim de Papo, do Canal UOL, que Marrocos tem a geração africana mais forte da história e projetou um caminho mais difícil nas quartas da Copa do Mundo de 2026, com chance de reencontro com a França.
  • Ele destacou a mudança de estilo do time, migrando de um modelo mais reativo para jogo mais elaborado com bola no chão, após a goleada sobre o Canadá nas oitavas.
  • Segundo Sá, a evolução passa por um projeto de curto e longo prazo, incluindo a troca de comando técnico para ampliar o controle da posse de bola.
  • O scout de Marrocos, envolvendo atletas formados ou revelados na Europa, foi apontado como motor do crescimento, com jogadores escolhidos para defender a seleção.
  • Rodrigo Mattos reforçou o peso histórico do Marrocos ao lembrar que a equipe chegou às quartas de final em duas Copas seguidas, enquanto Bira elogiou a disciplina tática e a quebra de estereótipos sobre o futebol africano.

Gabriel Sá avalia que o Marrocos forma a geração africana mais forte da história, sustentando o nível com organização e captação de talentos. A análise foi feita no programa Fim de Papo, do Canal UOL, após a vitória do Marrocos sobre o Canadá nas oitavas de final da Copa do Mundo.

Ele destacou a mudança de estilo da equipe, que passou a atuar com mais posse de bola e controle, em substituição ao modelo anterior descrito como mais reativo. Segundo Sá, a troca de comando técnico contribuiu para o salto atual, com possibilidade de enfrentar a França nas próximas fases.

O comentarista ressaltou também o papel do scouting como motor de crescimento, com jogadores formados ou revelados na Europa optando pela seleção marroquina. Exemplos citados incluem jovens que migraram para a equipe principal após o interesse de observadores do país.

Rodrigo Mattos concorda com o peso histórico do Marrocos, lembrando que o país chegou às quartas de final em Copas do Mundo consecutivas, algo incomum entre seleções africanas. Já Bira elogiou a disciplina tática e a quebra de estereótipos sobre o futebol do continente, destacando o desempenho recente da equipe.

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